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A maior análise de posturas, condutas, atitudes sexuais por parte do homem, da mulher e da mídia já vista em todos os tempos. Exploram a ignorância, muitas vezes, com o pornô, confundindo e não esclarecendo, muitas vezes, nada. Principalmente os grandes sites. O Guia único de Orgasmo Feminino e masculino. de orgasmo anal, de relação sexual e de promiscuidade do universo que nos cerca.

 

Orgasmo

 

Antes de sermos humanos somos animais racionais e como tal necessitamos de orgasmos, gozos, prazer sexual para sermos felizes. Está na hora de acabar com a Hipocrisia e com frases feitas do tipo” O que importa é o companheirismo”, ” A cama é um detalhe”, ” A mulher não precisa de orgasmos para ser feliz”,” Sexo é bom com paixão, mas essa é passageira o que o amor traz é muito mais forte”; “Sexo é teso, é a irracionalidade humana falando mais alta” Até quando remitiremos as mesmas mentiras continuando infeliz? Uma mulher que nunca gozou ou nunca sentiu orgasmo não pode falar que ele não é essencial. O orgasmo é o ápice da entrega feminina ao homem ao qual quer se entregar por livre espontânea vontade, com algo chamado liberdade, e entre quatro paredes, chamem do que quiser, até mesmo libertinagem. Mas não calar e observar cada vez mais as pessoas frustradas por não terem uma vida sexual feliz. E uma vida sexual infeliz torna a vida de qualquer um infeliz, pois eu, você, nós necessitamos do prazer carnal, ou mesmo pecaminoso, se assim você preferir, mas chega de falsidade, do prazer ser resumido ao ver que o outro também é infeliz. Sexologia, psicólogos, psiquiatras frustrados e não realizados vem com uma conversa ilusória que traz tudo menos paz e realização pessoal. Uma pessoa não realizada sexualmente não se realiza como pessoa e não progride na vida profissional. Apartar desse princípio é que nasce o ” Livro Da Verdade Sobre A Necessidade Do orgasmo Pará ambos os sexos à felicidade”. Se queres te iludir. Iluda-te, repita tuas frases feitas, ditas a séculos… Mas o maior desafio é provar cientificamente a impossibilidade de felicidade e realização sem uma vida sexual prazerosa. Sem ver a mulher que ama sendo tomada e preenchida por seu pénis, pois ambas as genitálias foram feitas uma para altura, se completam, e devem ser utilizadas não se tornando peças de museu.
O Homem precisa acordar e saber que a mulher quer sim ser mulher e na cama nunca, jamais pediu para ser santa. Muitos realizam-se com prostitutas e suas mulheres ficam a ver navios. Outras, sentindo-se abandonadas vão em busca do prazer com outro. Será que a sociedade não acorda para o fato de ser mais fácil manter um relacionamento, um casamento, uma Família, com paixão, tesão e sexo, do que ignorando-o.
De onde vem o maior prazer sexual?
Sexo é como dinheiro, quanto mais se faz mais se quer fazer. Então que o façamos cada vez mais. O Homem, a partir dos 30 anos passa pelo início da Andropausa, ou melhor, pela queda paulatina da Testosterona. Ele pode tomar três caminhos:

1- Ignorar e ver sua libido, desejo, e TESÃO ir embora, fingindo não sentir falta
2- Pode mergulhar nós Viagras da Vida que adormecem o cérebro e tiram-lhe qualquer prazer, pois são excelentes remédios para 3% dos que o utilizam, pois ele não repõe Testosterona, não aumenta a libido, não desperta o desejo, simplesmente irriga a região peniana, trazendo muitas mazelas e efeitos colaterais. Ele só é indicado para disfunções sexuais atípicas, e não o que é normal acontecer com o ser humano com impasse do tempo, aumento de Stress, responsabilidade, contas a pagar.
3- Encara de frente o problema feito homem e trabalha de forma correta a trazer os níveis de Testosterona de volta ao normal; Ingere substancias naturais que facilite a irrigação peniana sem efeito colateral; Toma atitudes e assume posturas de forma a combater o Stress, observando que ele a nada o levará; enfim, mudar…E parece que sempre o ser humano prefere acreditar que uma capsula isolada do universo vai fazer todos oscilares e resolver todos os seus problemas.

Quanto à mulher…
A mulher tem que sair de seu canto e tomar atitude. O prazer sexual feminino é alcançado de diversas formas, mas uma das formas que menos o propicia é a penetração do pénis na vagina, sem preliminares, carícias, estimulação do critérios pelo toque, pelo sexo oral, pelo sentimento de se sentir valorizada. Quiçá esse seja o maior desafio da mulher, tomar atitudes para que a valorizem como pessoa, como mulher, como ser humano que possui desejos, assumindo seu erotismo e suas taras, que muitas vezes graças a uma educação hipócrita de pais infelizes de um igreja que usa o Sexo como forma de dominação social se reteve e até hoje teme o prazer de forma consciente ou inconsciente.

Um bom exemplo é a masturbação quando a garota é adolescente, uma excelente forma de adiar a relação sexual prematura, estimulada pelos meios de comunicação, internet, deturpando a sexualidade ou o próprio sexo, propiciando que com o toque no próprio corpo ela descubra suas áreas erógenas, sabendo identificar o onde seu corpo é mais susceptível ao prazer. Porém o sentimento de culpa e a repressão sexual, além da falta de diálogo com pessoas que venham esclarecer de forma benéfica o conteúdo em questão, ela busca respostas às suas dúvida a quem quer de alguma forma se locupletar com sua inexperiência. Assim temos um ciclo hipócrita e vicioso onde sempre quem sai perdendo é a garota.
Agora, em se tratando da dificuldade da mulher alcançar o prazer, os fatores são mais complexos do que se imagina, e há uma necessidade intrínseca de Q ela querer realmente busca-lo ou será eternamente frustrada. Os números de pesquisa recente em nosso país aponta para um número espantoso de mulheres que jamais gozou ou sentiu orgasmo, apenas serviu à lasciva masculina. Entretanto nos deparamos com posturas vulgares que levaria uma pessoa ingénua a crer que elas estão no controle da situação. Modismos, principalmente importados de todo o mundo é um dos fatores do Brasil ser o campeão em DSTS e pior, a mulher nem prazer sente. É preciso uma profunda reflexão intima e uma escolha consciente. O vulgar e o pornô é usado de forma a conter aquela mulher que busca tão somente se realizar. Então adentra-se dentro de discussões polemicas e descabidas, sendo pertinente apenas ao casal. A relação sexual anal é uma delas. Muitas mulheres sentem mais prazer com o sexo anal do que com o vaginal. Porém esse é cercado por uma ansiedade masculina exagerada, uma tensão feminina (medo de dor) desnecessária, que a leva a se retraíres e se insistir a sentir sim, dor. Sexo, prazer, orgasmo e dor não deve jamais andarem juntos. Se existe dor na relação sexual toda ela deve ser repensada. O sexo oral e anal, é bom que se alerte, que é um caminho magnifico para se adquirir doenças. Então a questão está na união da razão e emoção para tentar minorar os riscos. O Homem tem uma tendência a gír. Como animal, querer sair penetrar onde puder, evacuar virar e dormir. Com a mulher o processo é diferenciado e somente aceitando as diferenças se pode chegar a uma vida sexual feliz que traga realização plena à mulher.

 

Existem algumas coisas que acabam com qualquer relação sexual:

1- Flatulências , peidos ou PUMS podres durante o ato sexual.

2- Halitose que impossibilite o beijo.

3- Suor Podre que começa a ser exalado pelo corpo.

4- Orgasmo fétido. Ninguém aguenta!

Em fim, mau cheiros completamente insuportáveis exalados pelo corpo humano. Agora isso pode ser neutralizado. Uma cápsula pela manhã, outra à tarde, seu organismo agradece, pois esse mau cheiro é a incapacidade de seu organismo depurar o sangue. Você pode ade adquirir Lyzzy Sensation, marca registrada desenvolvida no Brasil com o mesmo princípio ativo do Champex Lyzzy, apenas com o diferencial de ser mais acessível.

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Serão respondidas agora perguntas

frequentes:

É normal soltar ar pela vagina após (ou durante) a relação sexual?

É normal e perfeitamente comum. Isso porque durante os movimentos de entrada e saída do pênis o ar pode ficar preso na cavidade vaginal e, ao término do coito, esse ar passa a ser liberado. Algumas posições favorecem essa ocorrência, como “de quatro”, por exemplo.

Faz mal transar menstruada? Interfere na cólica?

Fazer sexo durante a menstruação não provoca nenhum dano direto à saúde. Entretanto, o rompimento dos vasos sanguíneos da camada interna do útero deixa a mulher mais vulnerável às infecções sexualmente transmissíveis. O preservativo, que deve ser usado sempre, se torna ainda mais importante nesse período. Quanto à cólica, tudo depende da sensibilidade da mulher. Algumas substâncias presentes no esperma, em especial as prostaglandina, podem aumentar as cólicas em mulheres sensíveis – e a camisinha mais uma vez exclui essa possibilidade.

Como fazer sexo anal com higiene?

No sexo anal existe o risco de contato com as fezes depositadas no reto, que é a parte final do intestino, por isso a preocupação com a higiene é muito importante. Esvaziar o reto antes de praticar sexo anal pode diminuir os riscos de uma possível infecção causada pelo contato indesejável. Fazer uso de lavagem intestinal antes do sexo é muito importante, e o lubrificante a base de água pode ser uma boa pedida. E o mais importante: a camisinha é fundamental.
Fazer xixi é sempre um drama após a transa, eu sinto minha vagina arder por algum tempo. O que acontece comigo?

Primeiramente é preciso detectar se o ardor está na uretra ou vagina, pois são canais diferentes. Sendo na vagina, ele pode ser causado pelo atrito do pênis durante os movimentos de entrada e saída da vagina – o que ocasiona certa escoriação, e a lubrificação insuficiente também contribui para isso. Nesse caso, um gel lubrificante pode resolver o problema facilmente. Outras possibilidades nos dois casos: inflamações, infecções, corrimentos e bactérias. Daí só um ginecologista poderá ajudar receitando o tratamento adequado.

As 10 Dúvidas mais frequentes sobre

sexo anal, pode ser que a sua dúvida

esteja entre elas…

1 – É mais fácil pegar AIDS por sexo anal?

Sim, pois a prática gera micro traumatismos na mucosa retal (revestimento interno) que servem como porta de entrada para o vírus.
2 – Praticantes de sexo anal têm mais chances de desenvolver fissuras ou hemorroidas?

Não. Esses quadros são consequências de mau funcionamento intestinal. Mas atenção: quem já apresenta fissuras ou está no período de inflamação da hemorroida pode sentir bastante dor durante o sexo anal. É melhor evitar.

3 – Mulheres que praticam sexo anal têm mais infecção vaginal?

Nada disso. Se tomar cuidado, não há perigo de desenvolver o problema. A principal recomendação é nunca realizar o sexo vaginal após a penetração anal e nem usar os dedos e acessórios para manipular a vagina depois de ter estimulado o ânus. Ao entrar em contato com a região anal, tanto o pênis como os dedos e brinquedinhos são contaminados com fezes ou secreções fecais. Essas secreções apresentam bactérias que podem causar “estragos” em contato com a vagina ou boca. Além da infecção vaginal, mais problemas podem ocorrer, como infertilidade, infecção da região da bacia e do abdome e até aborto em caso de gravidez.
4 – Sexo anal normalmente estoura a camisinha?

Mito. Isso só acontece se houver algum erro na forma de usá-lo. Para evitar problemas, o preservativo deve ser de boa qualidade e proporcional ao calibre do pênis.
5 – O sexo anal pode desencadear câncer no reto ou de intestino?

Boato dos grandes. Nenhum estudo mostrou a existência dessa possibilidade.
6 – Sexo anal dói muito?

Quando se insinua uma penetração anal os músculos locais se contraem como uma forma de defesa. Haverá dor se o casal não esperar que esses relaxem. Para o relaxamento ocorrer é preciso paciência, cumplicidade, confiança e carinho. Se o desconforto for muito intenso durante a relação o ideal é procurar um especialista.
7 – É muito difícil a mulher ter um orgasmo com sexo anal?

Não, mas é preciso que o casal tenha um maior aprendizado em relação a essa prática sexual. Para isso, nada melhor do que conversar com o parceiro e informar, por exemplo, suas preferências em relação à posição e velocidade de penetração.
8 – Fazer sexo anal com frequência é prejudicial à saúde?
Se for praticado com delicadeza – e respeitando as normas de higiene e utilização de preservativo – não é prejudicial à saúde. O uso da camisinha é indispensável.
9 – É preciso fazer uma lavagem no reto antes de praticar sexo anal?

A higiene externa com água e sabonete é importante. Já a interna – chamada “edema” – é opcional.

10 – Sexo anal muda a atividade intestinal?
Esse ato sexual não interfere no hábito intestinal nem nos movimentos peristálticos (que ocorrem dentro do intestino).

Especial treinamentos eróticos: Sexo Oral

Curso “práticas picantes” e conta as impressões das alunas

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Técnica e truques do sexo oral

Final da tarde de uma quarta-feira. No terceiro andar de um prédio comercial de Ipanema, bairro nobre do Rio de Janeiro, três mulheres aguardam ansiosas e um pouco constrangidas pelo início da aula. O traje da professora, shortinho e blusinha decotada, deixa claro de que não se trata de uma aula tradicional. Entre os objetos de estudo, próteses penianas de borracha e camisinhas; o curso de “práticas picantes” vai começar.

Depois de uma rápida apresentação, a professora Rozana Rezende, 36 anos, pede para que as alunas se apresentem e escolham uma prótese peniana e uma camisinha. “Vamos colocar com a boca?”, sugere. Rozana continua: “Depois dessa aula vocês terão condições de fazer 45 minutos de sexo oral sem dificuldade”. Alvoroço. Ela explica: “Hoje vocês não conseguem porque não estão respirando direito e logo ficam cansadas. Além disso, não sabem explorar o pênis por inteiro. Se ficarem fazendo só os mesmos movimentos, nem os parceiros vão aguentar tanto tempo!”.

Dito isso, Rozana consegue a máxima atenção das alunas, ainda um pouco incrédulas. E ela trata de dizer: “A aula é prática, então eu quero que vocês acompanhem tudo, mas que façam também. Por isso cada uma tem a sua prótese”. Todas parecem animadas e, a essa altura, sem vergonha.
C.C., a mais nova do grupo e prestes a se casar, diz ter convencido as amigas a participarem do curso com ela. “A proximidade do casamento foi só um pretexto. Queria muito aprender coisas novas”, conta. E afirma que, apesar de ter escolhido o curso pelo nome, ainda não tem ideia do que será ensinado.

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Rozana mostra cada parte do pênis e os locais mais sensíveis

O primeiro passo, fala Rozana, é conhecer a própria língua. “É como se cada pedaço dela fosse um andar diferente”. E continua: “O primeiro andar é a pontinha, o segundo é o meio, e o terceiro é a parte lá de trás. Um bom sexo oral explora os três andares, cada um tem uma textura diferente”. E apresenta, na prática, os tipos de estímulos que podem ser feitos só usando a língua. Olhando atentas, as meninas repetem passo a passo.
A euforia dá lugar ao silêncio, e a aula, que parecia uma grande brincadeira, ganha um tom mais sério. “Comportamento tem mesmo que ser levado a sério”, pontua a professora. E assim elas aprendem a deslizar suas bocas sem machucar o pênis com os dentes.

Trabalhar a musculatura da bochecha, girar a língua, relaxar e pressionar os lábios são expressões usadas durante toda a aula. “Cada movimento pode ser repetido quatro ou cinco vezes, sem regras nem roteiro”, anuncia a professora.
Pausa rápida para um elemento novo: o gel lubrificante. “Esse tem gostinho de canela e esquenta”, mostra Rozana. Ela pede para as alunas provarem e espalharem pelas próteses. “Agora vocês podem chupar, assoprar. Vai esquentar e eles vão adorar”, diz.

A próxima atração é o truque do espumante. A professora ensina algumas brincadeiras com o líquido e garante que ele deixa a boca mais confortável para a prática do sexo oral. “É gostoso mesmo!”, dispara M.C., de 28 anos.

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Um truque: champanhe para turbinar o sexo oral

Mas a professora alerta: “Vocês têm que comandar. Não podem deixar que o homem faça os movimentos, caso contrário, ele poderá machuca-las”. E sentencia: “Você vai proporcionar prazer para o seu homem, mas do seu jeito, sentindo prazer também. É assim que tem que ser”.

NÃO BASTANDO, OBSERVE O NÍVEL E A FALTA DE NECESSIDADE DESSA OUTRA MATÉRIA. PROVAREMOS E MOSTRAEMOS O PORQUE. CONFIRA:

Quais os segredos para um bom sexo oral?

Não há homem que não goste de receber sexo oral. A língua e a boca têm a temperatura e a umidade ideais para tornar a carícia muito mais excitante.
Por incrível que pareça, não é o sexo anal o campeão do ranking das preferências sexuais masculinas. O vencedor é o oral. Portanto, as garotas de programa abusam dessa prática e se dedicam a aprender e fazer bem. Não há mulher boa de cama se ela não souber fazer um sexo oral bem feito. Sexo oral é imprescindível.
A primeira grande dica é manter a boca e língua bem umedecidas. Como a glande é uma região bastante sensível, precisa ter diminuído o atrito seco e a saliva ajuda a tornar o toque mais excitante, pois desliza melhor.

Começa-se pela fala, dizendo o quanto se gosta e sente prazer em fazer oral nele. Se ele não estiver antes excitado, começará a ficar assim que começara ouvir. Eu usava desse artifício quando era garota de programa, pois algumas vezes meus clientes chegavam no quarto desejando fazer um programa, mas estavam sem ereção e para dar um início rápido ao seu processo de excitação eu usava dessa estratégia.

Aprecie o pênis dele com as palavras, com a boca e com os olhos. Homens são verdadeiros narcisistas no que diz respeito ao pênis e esperma. E eles gostam de ver expressões de desejo no rosto de quem os acaricia com oral. Aproveite para fazer enquanto fala frases picantes.

Massageie e acaricie os testículos dele, um de cada vez. Acredite, ele vai adorar! Deslize seus dedos em direção ao períneo e acaricie essa sensível região, sem pudores. Confie em mim, ele irá delirar! Depois de falar, segure com vontade o pênis, não de forma delicada como quem tem medo, mas com firmeza, com maestria.

Então é hora de por em prática o oral. Começa-se pela glande, com a boca bastante úmida envolvendo-a por inteiro. Nessa hora deixa-se a língua flácida e faz-se movimentos de subir e descer, ora tirando o pênis totalmente da boca, ora subindo e descendo sem parar.

Leva-se também o pênis até o fundo da garganta. Procure, no momento que o pênis está todo envolto pela boca, fazer sucção com bastante força, e procure deixar a boca mais suave (diz-se toque aveludado) quando estiver na parte da glande.

Estou falando aqui os segredos que uma profissional do sexo usa para ter êxito no sexo oral. No início você pode sentir um incômodo, mas com o treino não se tem mais a sensação do refluxo quando o pênis toca a epiglote.

A região de maior sensibilidade é a glande, mas nela encontramos uma micro região que é mais sensível ainda, o freio do prepúcio. Vale a pena dar uma olhada em um livro de anatomia para você saber a localização exata, ou então procurar figuras da anatomia peniana na internet.

Exatamente nessa parte é que se concentrará a atenção especial. Tem duas maneiras diferentes de se dar prazer com oral no freio do prepúcio. Uma delas é, com a língua umedecida e rígida, sem estar com a boca na glande, friccionar o freio, apenas com a ponta da língua rígida. Brinque de percorrer o curto comprimento do freio do prepúcio e brinque também na transversal do freio.

A segunda maneira é com a boca envolvendo toda a glande, também se acaricia o freio do prepúcio, só que usando a língua flácida. Apesar da parte mais erógena do pênis ser o ápice, explora-se todo o corpo peniano e passa-se a língua envolta dele, dando paradas para dar sugadas na região da virilha também. Profissionais do sexo abusam dos movimentos repetitivos, fazendo inicialmente em ritmo devagar e depois acelerando os movimentos.

Para aumentar a força do orgasmo, faz-se com que o momento dure o maior tempo possível, mudando de ritmo quando ele estiver a ponto de ejacular, dessa maneira é possível controlar a hora da finalização. Mudanças frequentes no movimento costumam retardar a ejaculação, bem como movimentos repetitivos e vigorosos aceleram o processo.

Para causar maiores arrepios no homem, balas de halls preto podem estar na boca enquanto o sexo oral é feito. Essa até é uma dica da década passada, hoje em dia já se conta com gel comestível de vários sabores que também causam a mesma sensação refrescante da bala, bem como pedrinhas de gelo. Ambos causam sensações térmicas incomuns, que excitam os homens.

20 dicas para conquistar ou turbinar seu orgasmo

Um guia para aumentar seu prazer durante o sexo e chegar lá!

Selecionamos dicas para te ajudar a chegar ao clímax com mais facilidade – ou tornar seus orgasmos ainda mais intensos. Listamos 20 coisas que você pode descobrir para se divertir ainda mais na cama e ter muito prazer – sozinha ou acompanhada.

Conheça seu corpo. A masturbação te ajuda a descobrir como gosta de ser tocada e quais pontos são mais sensíveis. “Mulheres não se conhecem e querem que o parceiro adivinhe onde ela quer ser estimulada!”, diz Elsa. Portanto, explore o prazer sozinha sem medo! “Funciona muito ficar na frente do espelho e explorar partes do corpo. É uma forma de ensaiar a desinibição”, defende Carla Cecarello, psicóloga, sexóloga e fundadora da Associação Brasileira de Sexualidade.
Faça tudo no seu tempo. Capriche nas preliminares, abuse dos jogos de sedução, tire a roupa lentamente e esquente o clima com beijos e carícias até você estar bem excitada. Afinal, pra que a pressa? Estimule outras zonas erógenas. Experimente sensações de outras partes do corpo – você pode se surpreender! Existem mulheres que relatam chegar ao orgasmo só com o toque nos seios, por exemplo. “O corpo precisa ser explorado em toda extensão: pescoço, colo, mamas, barriga, pélvis, virilha, interno de coxa, dedos dos pés. E os toques devem ser alternados usando as mãos e a boca”, explica Fátima Protti, psicoterapeuta sexual.
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Explorar o próprio corpo e se comunicar com o parceiro ajudam você a atingir o orgasmo

Relaxe. Não é momento de se preocupar com a bagunça do quarto ou com uma gordurinha extra no seu corpo. Você pode pensar sobre isso depois! Na hora da transa, respire fundo e aproveite o momento!
Informe seu parceiro. Diga a ele quais as posições e estímulos que mais gosta – eles nem sempre adivinham sozinhos! “Gosto assim” ou “continue fazendo isso” são toques bastante esclarecedores. E se é difícil verbalizar suas preferências, não hesite na hora de redirecionar as mãos dele para um carinho que te agrade– ele vai entender o recado!
Teste posições diferentes. Não é preciso comprar um livro do Kama Sutra ou ficar de ponta cabeça… Mas dê preferência para as posições que favoreçam a estimulação do clitóris. Carla Cecarello sugere a “manobra de ponte”: a mulher sentada por cima do parceiro, com ela ou ele estimulando o clitóris junto com a penetração. “Isso ajuda porque muitas mulheres têm dificuldade de atingir o orgasmo só com a penetração”, diz a especialista.
Exercite sua vagina. Uma musculatura íntima tonificada pode aumentar seu prazer. Para isso, exercite a região vaginal enrijecendo e soltando os músculos internos (aperte e solte, basicamente). Em lojas de produtos eróticos são vendidos pequenos pesos para auxiliar o processo. Dentro da vagina, é preciso segurá-los com a musculatura local para praticar
Não se sinta obrigada a gozar junto com ele. Se isso acontecer, ótimo, mas o importante é que vocês dois fiquem satisfeitos, mesmo que um chegue lá antes. “Isso é coisa de Cinderela, não existe. Cada um tem o seu tempo e vai depender do dia, vontade e estimulo. Cada um busca o seu orgasmo”, diz Cecarello.
Drible a rotina: Uma lingerie nova ou roupa que faça você se sentir sexy pode esquentar o clima. E que tal seduzir seu parceiro em um ambiente diferente da casa, para variar? Uma noite romântica no motel também pode ser uma boa pedida.
Prepare o ambiente: Luz indireta, aromas e velas criam um clima. Aliás, lâmpadas vermelhas e laranjas são um Photoshop natural e ajudam a esconder imperfeições, além de serem tons quentes e sexy.
Não finja: Seu parceiro precisa saber o que te agrada e o que não dá resultado. Fingir um orgasmo é mentir para você mesma e para ele.
Estimule os cinco sentidos. Aposte em detalhes como óleos perfumados para massagem, música ambiente, lingerie colorida (saia do preto), frutas e uma bebida como espumante ou um coquetel sem álcool bem atraente. Tudo isso ajuda a despertar as sensações do corpo.
Fale durante o sexo. Peça para ele falar palavras ou frases que podem aumentar seu prazer e seja mais verbal também, contando o que sente e o que deseja durante a transa.
Lubrificação, lubrificação e… lubrificação! Para sexo oral, penetração vaginal e sexo anal a lubrificação é importante para garantir o prazer. Use e abuse dos produtos a base de água.
Diga sim para novas experiências. Lógico que não é preciso fazer algo que você não gosta, mas teste brincadeiras na cama, ouça as fantasias do seu parceiro e tente botar em prática algum desejo seu! Que tal fazer aquele striptease você tinha vontade? “Contos e filmes eróticos são uma boa ferramenta e podem auxiliar a aumentar o grau de excitabilidade. Assim aumenta a chance de chegar ao orgasmo”, diz Carla.
Namore sempre. Não importa se vocês se conhecem há um ano ou estão casados há 20. É preciso ter momentos para o casal, como tomar banho juntos, sair para jantar ou ir ao cinema. Isso ajuda a manter um clima de romance constante.
Faça o sexo presente em vários momentos do seu dia. Pense sobre o assunto, relembre suas transas e arrisque mensagens picantes ou e-mails para seu parceiro. O desejo vai crescendo à distância…
Uma transa só para você. Separe um momento para pedir carícias, sexo oral e o que mais gostar sem ter que retribuir.
Verifique suas medicações. Alguns remédios como antidepressivos podem diminuir o desejo sexual. Verifique esse efeito colateral junto ao seu médico.
Procure ajuda profissional. Se você sentir dor na relação ou encontrar outro tipo de dificuldade recorrente, não hesite em procurar ajuda com um ginecologista ou psicólogo.

Dez dúvidas (deles e delas) sobre pênis

Você tem vergonha de falar sobre pênis? A gente não. Por isso mesmo levamos as dúvidas mais frequentes dos nossos leitores (homens e mulheres) ao especialista Marco Arap, urologista do hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

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O tamanho médio do pênis do brasileiro é entre 12 e 15 centímetros

Durante um bate-papo sem rodeios, Arap falou sobre ereção, curiosidades e o tão questionado tamanho “normal” do pênis – encanação muito comum entre eles. Para as dúvidas mais ousadas e altamente eróticas, consultamos a “sex trainer” Daniela Cardoso, que explica como dar mais prazer ao parceiro.

Elas querem saber:

1. O pênis circuncidado faz diferença ao prazer do homem?
Sim. O operado de fimose pode ter mais sensibilidade à dor, mas também maior intensidade de sensações prazerosas, elevando assim o orgasmo. Para quem não sabe, a circuncisão é uma pequena intervenção cirúrgica que retira parte da pele que cobre a glande do pênis. Uma pesquisa realizada na África comprovou que os homens “sem pele” têm menos chance de contrair DST´s e HPV, mas nem por isso o uso do preservativo é dispensável. (Marco Arap)

2. Qual a parte do pênis é mais prazerosa ao toque? Como estimular?
É a região que fica logo abaixo da glande, que é conhecida como “cabeça” do pênis. Experimente preparar um ambiente envolvente e brinque com o corpo dele. Passe um pouco de lubrificante térmico com sabor em todo pênis, espalhe o produto apenas com as pontas dos dedos e assopre para que ele aqueça. Corra com a língua e os lábios por toda a extensão e faça uma leve pressão de vez em quando. (Daniela Cardoso)

3. O que é mais importante para a mulher sentir prazer, comprimento ou espessura?
Normalmente, nenhum dos dois. Obviamente que os extremos são sempre prejudiciais – não dá pra ser grande demais, pequeno demais, grosso em exagero ou muito fino -, contudo, o prazer está mais ligado à sintonia entre o casal e preliminares. Não adianta ele ter um pênis enorme e não se preocupar com o prazer da mulher. (Marco Arap)

4. Por que alguns homens não conseguem manter a ereção mesmo sentindo desejo?
São múltiplas razões. Pode ser problema físico ou psicológico, medicamentos, doenças crônicas. Uma lesão de artéria por diabetes, infarto, derrame, remédios hipertensão, arritmia. Também problemas financeiros, familiares, no emprego, desgaste no relacionamento, stress, tabagismo, alcoolismo, cobrança. A adrenalina é inimiga da ereção. (Marco Arap)

clip_image006Reprodução Atlas de Anatomia Humana

A região da glande é a mais prazerosa do pênis

5. Se os homens sentem tanta dor na bolsa testicular, como posso acaricia-la?
O escroto é uma região muito sensível, mas extremamente erógena, assim como os seios da mulher. Mas existe muita diferença entre fazer carinho e apertar, qualquer coisa mais agressiva vai doer mesmo, tem que ser suave. (Marco Arap) Lubrifique bem os testículos e passe a mão suavemente em movimentos de “vai e vem”, use os dedos para fazer carinho. Pode dar apertadinhas de leve, tocar um testículo de cada vez e brincar com a boca. O escroto é tão sensível que o homem pode chegar ao orgasmo apenas com carícias nessa parte. (Daniela Cardoso)

Eles querem saber:

6. Qual o tamanho normal do pênis? Existe uma média no Brasil?
A média está entre 12 centímetros e 15 centímetros em estado ereto. O tamanho depende de diversos fatores, como raça e tamanho da pessoa. Com relação ao que é “normal” ou não, podemos considerar que abaixo de 6 centímetros em estado ereto pode ser considerado um problema, dependendo do entendimento da pessoa. Contudo, mesmo assim é possível proporcionar prazer à mulher, isso porque a zona de prazer fica na entrada da vagina. (Marco Arap)

7. Meu pênis é torto. É um problema que pode ser tratado? Interfere na vida sexual?
Nunca o pênis é absolutamente reto e a curvatura pode ou não ser um problema, isso depende do grau, da direção, se existe a presença de dor ou a impossibilidade de penetração. A curvatura, conhecida como doença de Peyronie, pode ser congênita – que se manifesta desde o nascimento -, ou adquirida ao longo do tempo. Tem casos complexos, existe pênis com mais de 90º de curvatura para o lado ou espiral. O tratamento é cirúrgico e, às vezes, é necessário utilizar enxerto. (Marco Arap)

8. Pênis quebra? O que fazer nesses casos?
Quebra. Existe fratura de pênis. Ocorre normalmente durante a relação e o quadro clínico é o barulho, seguido de dor súbita e hematoma. Geralmente acontece quando a mulher está por cima durante a transa. O indicado é ir direto para um hospital e procurar um urologista para realizar a cirurgia corretiva. (Marco Arap)

9. Como higienizar o pênis corretamente? O que a limpeza errada pode acarretar?
É necessário limpar toda a superfície, inclusive a parte que fica coberta quando o pênis está flácido. Evite ficar mais de 24 horas sem limpeza. Os pacientes não operados de fimose precisam tomar mais cuidados porque a área escondida pela pele costuma acumular secreção e causar inflamação – mais conhecida como balanite, na glande do pênis. Em casos realmente muito graves de descuido com higiene é possível desenvolver câncer de pênis e o tratamento seria a cirurgia e até amputação. (Marco Arap)

10. O tamanho pode diminuir com o avanço da idade?
Não existe essa relação com a idade. O pênis só pode diminuir por consequências de cirurgia de câncer de próstata ou pélvico. Não há com o que se preocupar porque ele ficará sempre com o mesmo tamanho que já tem. (Marco Arap)

Orgasmocracia: você tem que gozar, muito!

O médico Gerson Lopes afirma que as mulheres vivem “um regime ditatorial” com relação ao sexo e desempenho na cama

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Orgasmocracia: quando o fim da festa ganha mais atenção que a experiência completa

A mulher contemporânea usufrui de sua liberdade sexual, aproveita o direito ao prazer e conhece melhor o próprio corpo. Com a queda de barreiras morais e o advento da pílula anticoncepcional, o sexo erótico ganhou força na vida delas, a ponto de incitar uma busca incessante pelo orgasmo, que agora tem que ser “múltiplo”.

O novo momento é marcado por uma grande cobrança pelo gozo e performance na cama, segundo o ginecologista Gerson Lopes, presidente da Comissão Nacional de Sexologia da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Com isso, a satisfação sexual estaria mais associada ao resultado do que com a entrega, e assim o “fim da festa” ganha mais atenção que a experiência completa.
Explique melhor o conceito da “orgasmocracia” que vivemos. E como isso afeta a relação da mulher com o sexo?

Gerson Lopes: É como se fosse um regime ditatorial em relação ao orgasmo. O direito ao gozo não pode ser substituído pela obrigação de tê-lo. Presa nessa ditadura, a mulher não se solta no processo do brincar e o foco está no resultado (orgasmo) e não no durante. Presa ao ‘fim’ ela não curte adequadamente o ‘meio’, comprometendo o envolvimento afetivo e sexual com o parceiro.

Claro que toda relação tem que ser prazerosa, mas não obrigatoriamente orgástica. Existem outros prazeres como olhar, ouvir, tocar, relaxar… Toda mulher deve sim tentar ter orgasmo, mas a satisfação sexual e a felicidade não têm necessariamente a ver com o orgasmo. A pressão de ter o orgasmo dificulta ainda mais a experiência orgástica.

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Gerson Lopes, ginecologista: “Na clínica chegam mulheres que têm orgasmo, mas não sabem. Isso acontece porque elas possuem expectativas irreais”

E quem alimenta a ideia que toda mulher deve atingir o prazer máximo para ter uma vida sexual feliz?

Gerson Lopes: Talvez sejam expressões sutis de um viés machista em nossa sociedade. Porém, dizem que machismo é uma doença igual a hemofilia – existe em homem, mas quem transmite é a mulher.

O mundo moderno é um mundo de resultados e a visão do orgasmo pelas mulheres é o reflexo disso.

Elas se cobram, mas os homens também se preocupam muito com o orgasmo das parceiras?
Gerson Lopes: Erroneamente muitos homens se responsabilizam pelo orgasmo da mulher. A pergunta cretina “você chegou? “Não traduz uma preocupação com ela e sim uma forma de auto avaliação. Ela chegando, significa para ele que desempenhou bem seu papel. Diante disso, o caminho para muitas mulheres é fingir o orgasmo para agrada-lo. Mas ninguém dá orgasmo a ninguém, ele simplesmente acontece. O homem pode apenas facilitar ou dificultar.

Delas: A importância do orgasmo e o assunto em geral também são compartilhados em conversas de amigas. As mulheres mostram uma competitividade entre elas em relação a sua vida sexual?
Gerson Lopes: Infelizmente as mulheres estão tão competitivas em relação ao sexo como os homens e também acabam mentindo tanto quanto eles. Sexualidade não é qualidade de pessoas e sim de envolvimento entre pessoas.
Delas: É possível que, em função de uma grande expectativa em relação ao sexo, algumas mulheres acham que não têm prazer e na realidade têm orgasmos perfeitamente normais?
Gerson Lopes: Na minha clínica chegam mulheres que têm orgasmo, mas não sabem. Isso acontece porque elas possuem expectativas irreais em relação a este fenômeno. A literatura diz que aproximadamente 20% das mulheres têm orgasmos e não sabem.
Delas: O caminho para uma vida sexual satisfatória está mais no conhecimento do próprio corpo que na cobrança por mais prazer? E será que as mulheres se conhecem o suficiente para isso?
Gerson Lopes: Sem dúvida conhecer possibilita mais prazer enquanto a cobrança de desempenho mais desprazer. Eu diria que as mulheres ainda não se conhecem bem. Conhecem muito bem seu corpo estético e higiênico, mas pouco o corpo erótico. E investir no seu erotismo é responsabilidade dela e não do parceiro.

Dúvidas femininas sobre pênis e o prazer dos homens

Sexóloga responde perguntas sobre tamanho, orgasmo e brinquedos eróticos

Considero o pênis do meu namorado grande, e isso me incomoda às vezes. Qual seria a melhor posição para a transa?

Se o incômodo acontecer por conta do comprimento do pênis, as posições menos favoráveis são aquelas em que ocorre uma penetração profunda, por exemplo: a mulher na posição de quatro e o homem por trás ou a mulher por cima do homem. Nesse caso, as posições mais cômodas são: lado a lado deitados; o homem sentado entre as pernas da mulher; e a posição clássica do homem deitado sobre a mulher.

Mas, se para você “pênis grande” estiver relacionado ao diâmetro do membro, então o mais indicado é lançar mão de artifícios, como gel lubrificante à base de água, que facilita a penetração.

É importante que o homem não faça movimentos bruscos no momento da penetração, e isso se aplica aos dois casos citados acima.

Não sinto nada muito significativo durante a penetração. O pênis do meu namorado é de tamanho médio para pequeno, será que esse é o motivo? Contudo, eu tenho orgasmos, acho que é porque fico muito ligada no clima da transa.
O tamanho do pênis não necessariamente compromete a satisfação feminina. Especialistas em urologia afirmam que um pênis fora do padrão considerado normal, que vai de 12,5 cm a 17,5 cm em estado ereto, pode dar prazer à mulher, pois o que promove a excitação são as preliminares. Talvez o diâmetro do pênis faça mais diferença para a excitação feminina, na medida em que proporciona contato/atrito com as paredes da vagina – para o brasileiro, o diâmetro médio é de 2,5 cm.

É possível um homem fingir o orgasmo?

É possível sim, principalmente quando ele usa camisinha. Isso porque o orgasmo masculino vem acompanhado da ejaculação (apesar de nem toda ejaculação indicar a presença do orgasmo), e o uso da camisinha pode camuflar a falta dela. Se a parceira não for uma pessoa ligada ou curiosa, é possível que não perceba que ele não ejaculou. Mas isso não é desculpa para não usar o preservativo, certo?

Gostaria de comprar um brinquedo erótico para apimentar a transa. Qual vibrador eu posso comprar de forma que ele não se sinta ameaçado?
O fator “surpresa” guarda certos risco. Por isso, conversar previamente sobre a sua ideia com ele é um bom começo – as pessoas têm limites diferentes e o que é aceito por um pode ser rejeitado pelo outro. Existem vibradores muito discretos e femininos e também massageadores de clitóris em formatos diversos, tudo depende do gosto do casal.

Orgasmo vaginal x orgasmo clitoriano

Ainda bem que há inúmeras possibilidades de sentir prazer. Na hora de ter um orgasmo (ou vários), não é diferente. Entenda o que é cada um deles e o que você precisa saber para chegar lá

Na cama vale tudo. Tudo o que traga muito prazer pra você e para o seu parceiro. E, nessas horas, nada melhor do que você se conhecer e entender como o seu corpo funciona para experimentar (e indicar) o caminho da felicidade. E, quando se pensa em ápice de prazer, a primeira palavrinha que surge é orgasmo!

E isso tem lá a sua verdade. De acordo com o dicionário Houaiss, orgasmo pode ser definido como momento em que o prazer da excitação sexual atinge o máximo de intensidade. Ou, em um sentido figurado, efervescência de sentimentos, excitação incontrolável do espírito que se pode manifestar em reações físicas. Isso a mulherada já sabe muito bem!

O que pode ser novidade é que há duas maneiras de chegar a esse ponto, quando a estimulação se dá na genitália feminina: um é o orgasmo vaginal e o outro, o orgasmo clitoriano.

A diferença

Os dois são excelentes e levam qualquer mulher à loucura. O que os difere é apenas o ponto do corpo onde você é estimulada e a dificuldade de conseguir atingi-los. O orgasmo clitoriano é mais fácil de ser atingido, porque o clitóris é um ponto específico, externo, de fácil acesso, com gatilho para a sensação de prazer. Isto difere do orgasmo vaginal, que muitas mulheres têm dificuldade de atingir, por estar condicionado a um ponto desconhecido e de difícil acesso, explica a Dra. Rosa Maria Neme, ginecologista, diretora do Centro de Endometriose São Paulo e integrante da equipe médica do Hospital Israelita Albert Einstein, Samaritano, São Luiz e Sírio Libanês.

Para chegar lá

O caminho não é como receita de bolo, com medidas certeiras e iguais para qualquer mulher. Mas para sentir esses dois tipos de orgasmos o corpo exige atenção em duas regiões diferentes da vagina. Para o vaginal, é preciso estímulos contínuos em pontos diferentes dentro da vagina. O clitoriano acontece com manipulação, contato contínuo ou vibratório que estimulam as fibras nervosas do clitóris e disparam um estímulo.

O mais frequente

Avaliar qual é o queridinho entre as mulheres e qual é o mais fácil de atingir pode gerar discussão para horas de conversa com as amigas. Mas a ginecologista Rosa Maria garante: Em geral, o clitoriano é o mais fácil de ser atingido. O clitóris, por ser um órgão externo e de fácil fricção, desempenha um papel muito significativo para se atingir o orgasmo. Facilita também porque ele também é fortemente inervado, o que o torna mais sensível.

Elas estão com tudo

Se os homens acham que o problema para atingir qualquer tipo de orgasmo é exclusivamente das mulheres, estão enganados (eles adoram aquele papinho de bloqueio psicológico…). De acordo com pesquisas realizadas pelo Ibrasexo ¿ Instituto Brasileiro Para a Saúde Sexual ¿ as mulheres estão cada vez mais rápidas para atingir o ápice do prazer.

Se forem bem estimuladas nas preliminares (perceberam a importância do momento anterior?), elas levam de 8 a 20 minutos de penetração com movimentação ativa para sentir a felicidade do orgasmo. E aí, tanto faz se for vaginal, clitoriano ou os dois. Vale mesmo é sentir o máximo da excitação sexual.

Dúvidas…Pode ser o seu caso… confira!

“Nunca gozei com ele. Devo contar?”

Após três anos de namoro, leitora relata falta de orgasmo em seu relacionamento. A sexóloga Fátima Protti discute o problema

“Olá, Fátima. Tenho um namorado por quem sou apaixonada. Namoramos há três anos e nosso relacionamento amoroso é ótimo. No entanto, eu nunca gozei com ele. Devo contar? Não sei como abordar o assunto depois de tanto tempo”.

Um dos prazeres que temos no sexo é o orgasmo. Mas, para algumas mulheres, o orgasmo não acontece durante o sexo, mesmo com muita estimulação. Fingir orgasmos ou optar pelo silêncio não resolve o problema. A melhor recomendação é discutir essa questão logo no início da relação. E no seu caso, mesmo após três anos, também sugiro o diálogo.
A dificuldade para chegar ao prazer máximo revela a baixa excitação, que pode acontecer pela falta de estímulos eróticos ou pelo tempo insuficiente de brincadeiras e carícias. Além disso, a alta expectativa para conseguir o orgasmo pode interferir no resultado, porque desvia a atenção das sensações corporais e da fantasia.
A variação de posições não é só um forte estímulo, mas também uma forma de descobrir a melhor para cada um. Algumas delas facilitam o roçar do pênis no clitóris. [
Veja aqui posições que facilitam o orgasmo]
Em busca do prazer, muitas mulheres preferem se masturbar sozinhas, já que o parceiro costuma não ter paciência com as carícias preliminares. Além disso, elas não conseguem informar o problema ao parceiro com medo de criar uma crise. Outras se queixam que ele toca direto nos genitais ou vai para a penetração logo no início da transa, sem que ela esteja devidamente excitada.
A minha recomendação é: estique as preliminares propondo
brincadeiras, posições diferentes e carícias em todo o corpo, incluindo os genitais com toques do seu agrado. Aposto que ele também vai curtir!
As
fantasias compartilhadas podem ajudar no clima, mas é preciso se sentir à vontade. Caso contrário, use-a somente para você enquanto ele a estimula. Fantasiar não é trair ou não ter mais desejo pelo parceiro, é apenas um estímulo potente que pode ajuda-la a aumentar a excitação e leva-la ao orgasmo.
Cara leitora, não tenha receio de abordar o assunto mesmo depois de tanto tempo. A ajuda dele neste momento é importante, pois sozinha não está conseguindo outro resultado. Caso encontrem dificuldades, aconselho a procura de uma terapia sexual.

Tamanho do pênis faz diferença para algumas mulheres

Elas fantasiam que um dote maior equivale a mais prazer, esquecendo que a desenvoltura do casal durante o sexo é mais importante

“Estou namorando há três meses um cara que demonstra estar muito apaixonado por mim. Ele é carinhoso e atencioso comigo. Eu também gosto dele, mas tem um problema. Acho o pênis dele pequeno. Sempre preferi homens mais bem dotados. Mesmo assim, fico com medo de estar perdendo o amor da minha vida por um detalhe. Estou agindo errado?”
Cara leitora, seu namorado tem atributos importantes para um relacionamento e para o sexo: carinho e atenção. Quesitos nos quais muitos homens deixam a desejar, aliás. Associado a isso, o caráter dele é inquestionável, existe sentimento dos dois lados e a transa é legal. Esses fatores exigem de você uma melhor reflexão. Em relação ao tamanho do pênis e ao prazer, é preciso levar em consideração algumas informações.

Especialistas afirmam que o tamanho do pênis, mesmo abaixo do padrão médio (12,5 a 17,5 cm), não interfere na satisfação sexual. Mesmo assim, sabemos que a preferência é pessoal.

Muitas mulheres associam a virilidade de um homem ao tamanho do pênis dele

Um estudo internacional realizado em 2001 concluiu que as mulheres se sentem melhor estimuladas não pelo comprimento, mas pela circunferência do pênis. Os receptores sensoriais localizados, principalmente, no primeiro terço da entrada da vagina, captam o estímulo pela fricção do pênis e enviam uma mensagem para o cérebro cuja resposta é a excitação, o prazer e, para algumas mulheres, a sensação de preenchimento. Contudo, uma boa e adequada estimulação vaginal com os dedos pode também levar ao orgasmo.

A ideia de prazer associada ao tamanho do pênis está no nosso imaginário, principalmente no masculino, como símbolo de virilidade e poder – quanto maior, mais viril e potente. Para algumas mulheres, a correspondência dessa fantasia com a realidade é importante e quando isso não acontece o sexo deixa a desejar.

Veja também: Dez dúvidas (deles e delas) sobre pênis

Para outras, o sentido erótico está associado a atração e fantasias. Ver o parceiro se excitar e ser desejada é um potente estímulo para seu ego. Para elas, a atitude firme de conquista excita e é um pré-aquecimento para o sexo.

O aumento do prazer durante as preliminares surge com as carícias, estimulação adequada do clitóris, criatividade, posições e práticas sexuais variadas. Ou seja, pela competência e desenvoltura do casal durante a transa. Para a maioria das mulheres, o todo é mais importante do que uma parte. Além disso, qualquer recurso erótico é sempre bem vindo para apimentar e aumentar o prazer, independentemente do tamanho do pênis.

Sexo com o ‘ficante’ é bom, mas proteja suas emoções

“Para viver esse jogo erótico é preciso seguir uma regrinha básica: sem cobranças, sem perguntas e sem expectativas”

Olá Fátima. Saio esporadicamente com um ‘ficante’. Ele já deixou claro que não quer compromisso, só diversão. Mas já me peguei fantasiando que somos namorados… Penso em parar de sair com ele, mas fico em dúvida porque o sexo é incrível. Posso acabar me machucando nessa brincadeira?

É comum relacionamentos modernos como o seu evoluírem para o namoro. No entanto, não há pesquisas que comprovem quantas ‘ficadas’ são necessárias para que isso aconteça. Mas, na maioria das vezes, são várias.

Para viver esse jogo erótico é preciso seguir uma regrinha básica: sem cobranças, sem perguntas e sem expectativas de compromisso – e isso não é fácil.

Para quem está na fase de curtir, essa modalidade se ajusta bem, principalmente para aqueles que estão saindo de longos relacionamentos. Mas, com o tempo, essa dinâmica deixa de ser excitante e, por vezes, torna-se frustrante. São experimentadas emoções intensas e rápidas, e logo depois um vazio.

A inclusão do sexo no ‘ficar’ é uma vivência positiva se a mulher consegue sair da cama sem esperar nada, mesmo nas ocasiões em que tudo foi intenso. Segundo o sexólogo Juan Carlos Kusnetzoff, toda mulher deixa uma parte de si durante a transa.

Por outro lado, a repetição do encontro pelo sexo incrível e outras “coisitas mais” gera o risco do apaixonamento, o que é muito bom quando acontece para os dois.
No seu caso, cara leitora, já existe a fantasia do namoro e provavelmente algum sentimento, por isso a sua preocupação com a frustração, já que ele deixa claro as suas intenções.

Continuar com os encontros produzirá mais expectativas que provavelmente serão frustradas. Acho que está na hora de abandonar a brincadeira e seguir em frente. Que tal da próxima vez um namorado?

Sexo anal demanda alguns cuidados com a higiene

Sem pressa, casal pode descobrir e curtir a prática com prazer e segurança

“Sou casada há 20 anos e queremos inovar na nossa vida sexual. Gostaria de experimentar o sexo anal, mas já ouvi histórias estranhas a respeito. Devo tomar algum cuidado em termos de saúde e higiene?”

Existem mitos e preconceitos a respeito do sexo anal que, geralmente, são formados a partir de valores morais e religiosos. A ideia de cometer uma prática imoral ou um pecado impede algumas pessoas de experimentar. Outros entendem como uma diversificação na transa.

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A camisinha é uma aliada do sexo anal. Facilita a higiene e deixa a transa mais segura para o casal

O receio costuma estar ligado à ideia de que a prática provoca hemorroidas, câncer e incontinência fecal, pontos ainda em discussão por especialistas, e ao medo de sentir dor.

De fato, nem todo mundo sente prazer com o sexo anal e isso deve ser respeitado entre os pares. Submeter-se porque é a tara do parceiro não é saudável para o casal.Cedo ou tarde isso se torna um ponto de conflito na relação ou leva à disfunção sexual do desejo feminino. A prática sexual só é boa se oferecer prazer para os dois.

A iniciação ao sexo anal deve ser gradativa e sem pressa de colocar todo o pênis numa única transa. Dessa forma, evita incômodos, dores ou o risco de acabar de repente com uma brincadeira que só começou. Quanto mais segurança se tem na prática, maior é a possibilidade de sentir prazer.

Quanto aos cuidados de higiene, quatro passos são importantes para evitar riscos à saúde:

1. Evacuar antes previne que as fezes surjam durante a prática e evita uma situação constrangedora.

2. Não passar do coito anal para o vaginal sem antes higienizar o pênis ou trocar a camisinha, para não infectar a vagina com bactérias. O mesmo risco ocorre no contato da língua ou dos lábios no ânus. É necessário usar uma proteção – pode ser a camisinha de língua (que não cobre toda a região da boca, mas incrementa a estimulação, pois é texturizada) ou o plástico filme, aquele para alimentos (que pode ser usado para cobrir toda a área genital feminina e oferece proteção mais completa).

3. Higienizar bem o local com água e sabonete após o sexo anal. Ele deve urinar após a transa, para limpar a uretra, e lavar o pênis.

4. Usar a camisinha. Ela é uma boa aliada para evitar maior atrito, a contaminação do pênis por bactérias da flora intestinal e as doenças sexualmente transmissíveis.

Tenho vergonha do meu sexo!

Fátima Protti aconselha: está na hora de esquecer conceitos do passado e sentir orgulho do próprio corpo

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Fatima Protti aconselha: está na hora de vestir melhor o próprio corpo

Querida Fátima,
Tenho vergonha do meu sexo. Não acho a vagina uma coisa bonita e fico constrangida quando meu parceiro quer fazer sexo oral de luz acesa. Fico pensando, será que os homens também não acham feio? Esse é um problema só meu? Será que existem mulheres que lidam bem com isso?

Cara leitora, o coro de mulheres que reclamam da aparência de seus genitais não é pequeno. Porém, precisamos entender que essa aversão e, muitas vezes, o total repúdio por seu sexo, está impregnada de ideias e conceitos distorcidos do passado.

Durante séculos e até os dias de hoje nossa cultura sempre valorizou o pênis, revestindo-o de atributos positivos, como beleza, poder e vigor. A vagina, ao contrário, associada à reprodução e às sujeiras e impurezas do período menstrual, nunca foi vinculada a nenhuma ideia de beleza.

Tanto é verdade, que o menino desde pequeno curte seu pênis e gosta de exibi-lo, enquanto a menina sente vergonha e culpa quando toca seus genitais.

É essa distorção que também aparece quando dizemos que a vagina é feia. A vagina é um tubo interno cujo contato e localização nem sempre são explorados pelas mulheres. A visão que seus parceiros têm durante o sexo oral é a visão do introito vaginal (orifício). Na verdade, quando você diz “não acho bonito meu sexo”, não está falando da vagina, mas da vulva, órgão sexual do prazer composto de lábios vaginais, clitóris, vagina e uretra.

Com a entrada no século 21, o prazer feminino passou a ser valorizado e buscado. A valorização do prazer feminino trouxe também técnicas para a ‘correção estética’ da genitália, muitas vezes abusivas e, na maioria dos casos, desnecessárias, porque as diferenças, ao contrário do que as mulheres pensam, funcionam como elementos de atração, estimulando o erotismo e as fantasias masculinas.

São as preferências pessoais e insatisfações que devem direcionar nossas escolhas. Por isso, fuja dos modismos, como clareamento e rejuvenescimento genital e fique atenta às crenças distorcidas e às dificuldades no plano da sexualidade que geralmente acabam sendo usadas como desculpa para as mudanças estéticas.

O prazer sexual é algo apreendido a partir de nossas experiências pessoais. Para poder usufruir dessa maravilhosa sensação você precisa conhecer e saber usar a vulva e o corpo para obter o prazer e viver emoções durante a transa.

Só assim, aprenderemos a valorizar, achar bela e a ter orgulho de nossa genitália, além de influenciar de forma positiva a futura geração de mulheres, nossas filhas.

Ela adora sexo e não tem vergonha disso. Pode ser ninfomaníaca?

A participante do BBB Renata foi taxada de ninfomaníaca por seus colegas. Mas o que é mesmo ninfomania?

“Você é ninfomaníaca!” Foi assim, direto, apontando o dedo para Renata Dávila e rindo, que o professor de muay thai Yuri Fernandes disse o que muita gente já tinha especulado: que a participante do Big Brother Brasil teria um desejo sexual fora do comum.

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Renata fala sobre sexo, brinca e beija os rapazes que quer. Mas isso não faz dela uma ninfomaníaca

Dentro da casa do BBB Renata fala sobre sexo, faz brincadeiras e já foi vítima de insinuações do apresentador Pedro Bial. Beijou Jonas, flertou com Ronaldo e iniciou um namoro com Rafael. Mas isto seria suficiente para caracterizar uma mulher como ninfomaníaca? “Não temos como diagnosticar uma pessoa apenas assistindo ao programa, mas o fato dela ter beijado os rapazes não tem nada a ver com a ninfomania que é tratada clinicamente. O que ela fez não preenche nenhum critério compulsivo”, esclarece Marco de Tubino Scanavino, responsável pelo Ambulatório de Impulso Sexual Excessivo do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Além disso, uma pessoa com compulsão sexual não conseguiria passar incólume pela vigilância das câmeras do reality show. “A pessoa teria a necessidade de vivenciar situações sexuais diárias: masturbação e coitos variados com pessoas variadas”, explica o psicólogo Oswaldo Rodrigues Jr, diretor do Instituto Paulista de Sexualidade.

O conceito de ninfomania não é novo: desde o século 2 há relatos do chamado “furor uterino”, que se manifestava em mulheres que tinham um desejo insaciável de sêmen e uma capacidade menor de controlar seus desejos. Mas a definição do que é ninfomania mudou muito com o passar dos anos.

No livro “Ninfomania: História” (Imago Editora), a historiadora norte-americana Carol Groneman conta que o comportamento ninfomaníaco de cinquenta, cem ou duzentos anos atrás hoje pode ser considerado normal. As ninfomaníacas do século 19, por exemplo, eram “mulheres de classe média (…) que experimentavam um intenso desejo sexual, masturbavam-se e até sonhavam com sexo”. Acreditava-se que as mulheres eram naturalmente menos “ardentes” que os homens, e por isso uma mulher de comportamento sexual normal nos dias de hoje, naquela época podia parar no hospício.

Um caso exemplar é o de Rosemary Kennedy, a irmã mais velha do ex-presidente dos EUA John F. Kennedy. Ao fim da adolescência, Rosemary começou a apresentar comportamentos “inadequados” na opinião de sua família. Durante a noite ela escapava do internato onde estudava e vivia. Com receio de que seu comportamento pudesse resultar em promiscuidade, sua família optou por um novo procedimento cirúrgico para acalmar suas alterações de humor e sua rebeldia. Então em 1941, aos 23 anos, Rosemary foi submetida a uma lobotomia. Se por um lado o procedimento resolveu a questão de sua rebeldia e acalmou seus impulsos sexuais, por outro lado a deixou paralisada e incapacitada mentalmente até o fim da vida, em 2005.

Atualmente a medicina rejeita o termo “ninfomania”. Aderbal Vieira Junior, psiquiatra do Ambulatório de Tratamento de Dependências Comportamentais do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da Universidade Federal de São Paulo, explica: “Ninfomania é um termo leigo. É mais cultural do que técnico. Nós tratamos de dependência de sexo”. Na Classificação Internacional de Doenças (CID-10), existe uma categoria chamada “apetite sexual excessivo”, que abrange a ninfomania, para mulheres, e a satiríase, para homens.

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O comportamento que era considerado ninfomaníaco há 50 anos hoje é aceito como “normal”

O excesso de apetite sexual passa a ser um problema de saúde quando a pessoa perde o controle sobre seus impulsos. “Esta perda de controle pode ser percebida no dia a dia: quando a necessidade de sexo faz com que a pessoa perca compromissos importantes, se afaste da família e dos amigos, e dedique muito tempo e energia em busca de experiências sexuais”, define Scanavino.

Para este tipo de dependência, o tratamento é multidisciplinar e bastante abrangente. No Ambulatório de Impulso Sexual Excessivo do Hospital das Clínicas, após procurar ajuda a pessoa é avaliada por psiquiatras, passa por entrevistas psicológicas individuais e psicoterapia em grupo. O tratamento dura em média oito meses. Passado o período de tratamento, a dependência sexual deve ser administrada, para evitar recaídas.

Quando a questão não é médica, e sim cultural, a ninfomania ganha outro significado. “Chamar uma mulher de ninfomaníaca é uma desqualificação moral”, diz Vieira Junior. “A ninfomaníaca é a vagabunda, é uma mulher moralmente condenável. Isso repercute um padrão cultural nosso: a mulher não deve gostar de sexo, este é o papel do homem”, completa.

Ao manifestar desejo sexual, dividir suas vontades e efetivamente tomar iniciativas com o objetivo de alcançar o prazer, muitas vezes as mulheres despertam inveja em outras, que ainda reprimem suas vontades. Além disso, assustam os homens. “Cada vez mais recebo homens em meu consultório que chegam assustados, achando que suas parceiras são ninfomaníacas. E quando vamos analisar, quase sempre elas são completamente saudáveis”, conta a psicóloga e terapeuta sexual Lúcia Pesca.

Portanto, quando o desejo sexual não resulta em descontrole, não atrapalha a vida e não causa sofrimento, não há motivos para se preocupar. O comportamento de Renata Dávila, dentro do BBB, aparentemente não é patológico. A “ninfomania” de Renata está nos olhos de quem vê. E neste caso, vale a definição clássica de Alfred Kinsey, um dos mais famosos estudiosos do sexo do século 20: “Ninfomaníaco é alguém que faz mais sexo do que você”.

Tendência para vício em sexo pode ser indicado por teste
O questionário abaixo é aplicado pelo Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes da UNIFESP (Proad), e foi adaptado a partir de outro, criado nos EUA pelo pesquisador Aviel Goodman.

Mais de seis respostas positivas indicam maior probabilidade de ter dependência de sexo. O resultado do teste não é um diagnóstico, que deve ser feito por um profissional.

Em um país onde a DST cresce em alta velocidade, ou se trabalha os temas de forma aberta e sem preconceitos ou o Brasil continuará a liderar o Ranking em DSD e HPV.

 

Indicado a todos: Homens, mulheres, meninos, meninas, adolescentes, Pais, Mães, filhas, filhos. Responsável pelo controle das doenças sexualmente transmissíveis por todos os países por onde passou, agora no Brasil e em Português:

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Os dados preocupam. É crescente o aumento de DST’ S no mundo, e, como sempre o Brasil lidera esse Ranking. Para o especialista Anderson Santiago três fatores propiciam essa liderança em adquirir doenças venéreas.
1- Falta de diálogo franco com os Pais
. – Há um mal estar em conversar com os pais sobre sexo. O pai normalmente não gosta de ouvir que sua filha vai deitar-se com outro homem. Ele vê isso de forma promíscua, desvalorizando-a. A garota sabe a forma de pensar de seus pais.
2- A juventude no Brasil atravessa um momento ” parasita”; uma falta de identidade jamais vista. Ela não possui referencial para saber discernir o certo do errado; pior, muitas vezes faz as coisas, toma atitudes sem saber sequer a razão. Ela não conta com os pais e suas amigas são cadáver mais traiçoeiras. Ela está sem referencial.
3- As mudanças no Brasil e no mundo estão rápidas demais para que assimilem o que acontece e o que pode derivar de seus atos. Uma reação em cadeia vem desde o medo da alta tecnologia, ser gravada praticando atos sexuais, até coisas banais. Outro fator relevante é a influência de TV, que vem estimulando cada vez mais cedo, de forma precoce a sexualidade na garota. Ela tende a repetir aquilo como se fosse algo comum. A própria abordagem sexual na Internet por sites conceituados transmitem uma falsa noção da realidade. Assim, elas não tem a quem recorrer.
Eu indicaria a toda garota com mais de 11 anos a Coleção Aprendiz. Ela vem mudando o mundo, desembarca no Brasil, com traduções de seus 50 primeiro fascículos de um universo de aproximadamente 500, Ela pode fazer a diferença.

* Cada tema é muito aprofundado, pois somente através do conhecimento podemos nos proteger melhor e proteger através da orientação correta quem amamos.
A Coleção que mudou a vida consequentemente a História e a estatística de incidência de DST ( Doenças Sexualmente Transmissíveis) em todo os países por onde passou, agora no Brasil.
Características e Informações sobre a Coleção:
1- Tudo é transmitido de forma bastante didática, procurando exaurir o tema, e fazer com que além de aprender sobre a doença as formas de evitar, e o porquê nãos evitando tem tanto a perder.
2- Procedimentos práticos, mostrando com a verdade os caminhos de proteção e amor a si e ao próprio corpo.
3- Muito do que é transmitido a maioria dos adolescentes desconhecem quando começam a se relacionar sexualmente. O que parece óbvio, na verdade eles não fazem a menor ideia .
4- Pesquisas mostraram que os pais além de muita coisa desconhecerem, não conseguem acertar na linguagem, na maneira de transmitir como seu filho ( a) deve se proteger.
5- A coleção alcançou estrondoso sucesso em todas as faixas etárias diminuindo significativamente as doenças e a promiscuidade de condutas adotadas por boa parte da população.
6- Ao contrário de uma obra imensa, complicada e confusa, cada item é abordado de per si, tornando seu custo acessível a todos, pois podem adquirir paulatinamente, na medida de suas condições.
7- O Material pode ser adquirido por download, de forma rápida e segura pelo Pág Seguro, podendo você ter acesso ao conteúdo de pronto.
8- Vídeos explicativos com médicos são também adquiridos por download, nesses casos você necessita de uma conexão à Internet um pouco mais rápida. Entretanto, em caso de não terem, podem adquirir em DVD, pagando um preço maior devido aos custos.
Certamente você se apaixonará por tudo que receberás. Verás a qualidade e a forma única de faze-lo entender, compreender, se proteger da melhor forma possível. Como ocorrera nós demais países, você além de adquirir o material poderá se cadastrar e tirar dúvidas pessoais, sejam de que natureza for, pagando apenas pelo período Associado.
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O que é um vírus?
Existe remédios para viroses?
Quais as principais Viroses e as que requerem maior atenção.
O que é uma doença Viral e sua diferença para uma doença por bactéria?
O que é uma doença
O que é DST?
Como se proteger de DST’s?
Quais as DST’ S mais comuns
Quais DST’s são mais comuns nos jovens?
Quais os primeiros sintomas de DST no Homem?
Quais os PEIMEIROS sintomas de DST na mulher?
A importância do diagnostico cedo de uma DST
Existe algo 100% seguro de proteção contra doenças sexuais , de contato íntimo ou de transmissível através do beijo?
Quais as doenças mais sérias transmitidas através do beijo?
O que é Herpes?
O que é Herpes Labial?
– Formas de contato
– Formas De Prevenção.
– Como identificar se uma ferida na boca do fica é ou não Herpes?
Herpes Labial tem cura?
Qual o Tratamento para quem tem Herpes Labial?
O que é Herpes Genital?
– Formas de contato
– Formas De Prevenção.
– Como identificar se uma ferida na boca do fica é ou não Herpes?
Herpes Genital tem cura?
Qual o Tratamento para quem tem Herpes Genital?
O que Herpes De ZOSTER?
Manifestações da Herpes na pele.
Relação entre Paralisia Facial e a Herpes.
O que é AFTA?
Como diferençar a Afta Da Herpes?
Como tratar a Afta?
Quais as doenças mais serias transmitidas através do beijo?
O que é AIDS
Quais os primeiros sintomas de quem adquiriu o HIV
DOENÇAS COM UMA RELAÇÃO PROXIMA A AIDAS
Como diminuir ao máximo a possibilidade de contaminação pelo HIV?
O HIV é transmitido através do Sexo oral?
O HIV é transmitido através do sexo anal?
O HIV é transmitido através do beijo?
O HIV é transmitido através da masturbação no parceiro (a).

O que é HPV?

Quais as características do HPV?

Quais os sintomas do HPV na mulher e como se manifesta?

Quais os sintomas do HPV no homem e como se manifesta?

Existe cura para o HPV?

Qual ou quais os tratamentos para quem possui HPV?

Porque necessito saber sobre DST? Porque 1 em cada quatro adolescentes americanos possuem DST.
Existe como saber se alguém tem DST apenas olhando-o? Cartilha de redução da probabilidade de adquirir DST.

Esses são apenas alguns temas já disponíveis em português, mas já existem outros, como:

1- As características do corrimento vaginal atípico

2- Qual deve ser a higiene feita pela mulher após relacionar-se sexualmente?

3- O que significa um odor fétido?

4- O que significa dor na relação sexual?

5- O que significa dor ao ter prazer sexual?

6- É normal a dor na relação sexual?

7- Como sei se estou pronta ou não para relacionar-me sexualmente.

8- Corro riscos de perder meu namorado se não fizer sexo com ele?

9- O que necessito saber para não decepcionar a pessoa com a qual vou me relacionar?

10- O que fazer e como proceder se descubro que meu namorado, a quem amo, tem uma DST?

Obtenha mais informações sobre os fascículos escrevendo para:

editoraaprendiz@outlook.com