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Agressividade da Microsoft afeta o Google, enquanto a Apple segue para o seu primeiro Trilhão de Dólares. Veja o serviço de busca de imagens da Microsoft aclamado como superior ao do Google.

Google X Microsoft- Serviço de vídeos

 

A Microsoft reformulou o motor de busca do Bing e agora é possível encontrar vídeos por lá de um jeito mais fácil e rápido do que através da pesquisa do Google e do YouTube. O resultado do trabalho da equipe está disponível parcialmente na versão brasileira, mas você pode mudar a região para os Estados Unidos e conferir todas as novidades.

Uma das principais mudanças é o tamanho das miniaturas de vídeo, que ficaram maiores. Além disso, você pode pré-visualizar os vídeos, apenas passando o mouse por cima deles, mantendo o cursor do mouse por alguns segundos.

Outra novidade interessante é que você pode reproduzir vídeos completos através das páginas de pesquisa do Bing – apenas na versão americana do buscador. Para isso, é preciso digitar o nome completo ou muito aproximado do vídeo.

Pesquisa orgânica

Diversas informações sobre o vídeo também estão inseridas diretamente na página, como a descrição e até a contagem de visualizações. No caso de cantores e bandas, é possível conferir uma lista das músicas mais recentes e famosas, além de artistas relacionados. Assim, basta apenas você clicar nos links para mudar rapidamente os resultados das pesquisas.

E claro, vale lembrar que o Bing obtém resultados de vídeos de toda a internet, não apenas do YouTube. A Google também oferece isso através de sua pesquisa de vídeos, mas não com as ferramentas disponibilizadas pela Microsoft.

Pesquisa do Bing Videos dos EUA

Como aproveitas todas as mudanças

Para mudar a localização do Bing para os Estados Unidos a fim de aproveitar todas as novidades da pesquisa de vídeo, siga os seguintes passos:

1. Acesse www.bing.com

2. Clique no ícone “Preferências”, no canto superior direito da tela

3. Em “Local”, selecione a opção “altere seu país/região”

4. Em “Pesquisa Mundial”, selecione a opção “Estados Unidos – Inglês”. Na tela Inicial, clique em “Vídeo” na barra superior da tela e realize sua pesquisa.

FDAIMG_3318O Viril Energy é o único produto com aprovação na FDA Americana para Disfunção Erétil( qualquer que seja o tipo). Realizar sua mulher e realizar-se sexualmente é um direito intrínseco tanto do homem quanto da mulher. O discurso de que sexo não importa não engana a homem nenhum e a mulher nenhuma. Não adianta psicólogos mentir. Pênis e vagina existem para ser utilizados como função sexual e o sexo necessita ser prazeroso para ambos para que, desta forma busque a relação sexual. Pesquisas recentes apontam que, tanto homens quanto mulheres que mantém relação sexual saudável e constante possuem:

1- Maior Felicidade
2- Menos problemas de coração, circulação sanguínea e pressão arterial.
3- Menos dores de cabeça assim como outras dores corporais.
4- Maior chance de NÃO cair em Depressão, mesmo para aqueles que possuem depressão endógena (hereditária).

Vem? Deixa de besteira… A televisão, o cinema, as revistas, os livros falam de sexo, na maioria das vezes de forma deturpada e vulgar como em filmes pornográficos. Esta na hora de você homem, você mulher, encarar a necessidade sexual como algo normal, assim como enfrentar os medos e monstros que brotam quando existe:

TEL BR LYZZY NUAa) Diminuição da Libido ou do Desejo Sexual – Hoje, graças ao Stress os problemas sexuais aparecem cada vez mais cedo. Você homem, não é covarde para não buscar alternativa. Você mulher não vai se. O tentar em passar uma vida inteira sem conhecer o que é orgasmo. Você, homem, não é trouxa para fingir não saber que sua mulher busca outro para realizar-se sexualmente. Vamos encarar, todos sabem que está a se abordar o assunto com verdade. Você sabem disso.

b) Não Adianta Se Iludir: Não adianta o Homem querer se iludir. Toda mulher gosta de se sentir preenchida, desejada, possuída por um Pênis firme, duro, grande, Grosso, que possibilite lhe dar orgasmos inenarráveis. Essa é a verdade. Não coloquemos panos quentes.

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Thammy Miranda, filha de Gretchen, diz que retirou os seios porque a incomodávamos sinto feliz!” Thamy é um caso típico de transexualismo, apesar de ter o corpo de mulher, sua cabeça é de um homem. Julguemos menos, Não nos custa nada. Aqui Você encontrará tudo sobre o que é ser um transexual. Oferecimento: Viril Energy Plus Turbo- O Ultra Viril

2014-12-16 12.36.46Ainda em recuperação, Thammy Miranda contou detalhes sobre a cirurgia realizada para a retirada de seus seios, há cerca de dez dias, no Hospital São Luiz, em São Paulo. A atriz, que é homossexual, contou que sentiu muita dor após a operação. Além disso, aproveitou a ocasião para também fazer lipoaspiração no abdômen. “Fiz uma mamoplastia redutora e também aproveitei que estaria lá e fiz uma lipoaspiração na barriga.

Foi uma operação de mais ou menos cinco horas, mas foi tranquila. O pós-cirúrgico foi bastante dolorido. Eu fiquei com um dreno no peito. Só retirei ele essa semana e agora que as coisas começaram a melhorar. Comecei as sessões de drenagem e daqui pra frente é vida normal. Já terminei os antibióticos que estava tomando. Terei que ficar 30 dias com cinta modeladora e aguardar a total cicatrização, que por enquanto está ocorrendo de forma bem bacana”, relatou ao “Ego”.

A filha de Gretchen confessou ainda que tomou a decisão de se submeter aos procedimentos cirúrgicos por não se sentir completamente feliz com o corpo.”Eu iniciei a minha carreira dançando com a minha mãe e sendo completamente feminina. Mas nunca foi a forma que eu me sentia bem. Você ser transexual é realmente estar num corpo errado. Isso requer um tempo pra você entender e saber o que está acontecendo, não é tão fácil e tão simples”, explicou.

E acrescentou: “Talvez se na minha infância, quando eu queria andar de bermudão, cortar o cabelo e fazer coisas de menino, minha mãe e meu pai tivessem percebido e entendido, talvez eu não tivesse sofrido tudo isso e não estaria passando por uma cirurgia agora, aos 32 anos. Talvez eu já estaria vivendo como um menino há um tempo. Mas enfim, foi assim que aconteceu.

A artista disse que os seios eram um incômodo e que, apesar das dores, ela está gostando do resultado. “Estou bem satisfeita agora, não pretendo mudar mais nada. Me incomodava e hoje me sinto feliz. Ao contrário do que dizem, não quero virar um macho e colocar um pinto também. Não vou colocar órgão sexual masculino”. Thammy parou com as cirurgias para mudar o corpo, mas alertou que pode voltar ao centro cirúrgico, caso sinta necessidade no futuro. “Sociedade nenhuma vai impor o que eu devo fazer ou não. O que impõe é o meu bem-estar e a minha felicidade”, completou.

 

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Tratando do transexualismo com veracidade, a autora demonstra haver bem mais que mera exclusão social. Ao caracterizar como ofensa à dignidade dos transexuais a ausência de legislação específica, pois, é fator impeditivo ao exercício de alguns direitos.

AVE BRASILHá, sabidamente, defesa normativa conforme se verifica no artigo 13 do Código Civil de 2002, que proíbe ao indivíduo que faça disposições do próprio corpo, quando isto importar em diminuição permanente da integridade física, ou contrariar os bons costumes, salvo por exigência médica.
Assim, com severidade, a nova lei proíbe, por exemplo, todos os atos de disposição do corpo, mediante pagamento, e que reduzam a integridade física do indivíduo ou que contrariem os bons costumes, o moral ou a decência, tendo uma proteção direcionada mais precisamente à comercialização de órgãos.
No entanto, precisamos, a priori, compreender qual é o exato significado que o legislador emprestou ao termo: “bons costumes”, e ainda, contemplar qual a extensão contida na restrição que o artigo 13. Que acaba por sugerir que sejam evitadas intervenções cirúrgicas de mero cunho estético, ou com o fito de coibir a alteração do sexo, bem como a mudança do registro civil para aqueles que tenham realizado tal cirurgia, muitas delas no exterior.
Subsiste para nós, a realidade de que ainda há muita controvérsia sobre o “direito” de mudança do prenome àqueles que se submetem ou já se submeteram a tal cirurgia, em que ocorre uma inversão da identidade psico-social, derivada da liberdade de expressão do potencial sexual por cada um de nós desenvolvido.
A questão do transexualismo, de pronto, nos remete a algumas indagações: A ausência de legislação específica não implica em abstenção de tutela estatal? E, a ausência de tutela jurídica não resulta em limitação à Integridade existencial? E, estar privado de inteireza não retrata diminuição do indivíduo? E não é sabido, que toda diminuição do indivíduo resulta em ofensa à dignidade [1] humana? Por fim, não está expresso na Constituição Federal o zelo estatal pela dignidade humana? Pois é…! Deixemos de lado, por ora, estas questões, embora, permaneçam ávidas por respostas.
Em 1997, durante o XV Congresso Mundial de Sexologia, ocorrido em Hong Kong (CHINA), entre 23 e 27 de agosto, a Assembléia Geral da WAS – (World Association for Sexology), aprovou as emendas para a Declaração de Direitos Sexuais, decidida em Valência, no XIII Congresso Mundial de Sexologia, e assim, definiu-se:
“Sexualidade é uma parte integral da personalidade de todo ser humano. O desenvolvimento total depende da satisfação de necessidades humanas básicas, como desejo de contato, intimidade, expressão emocional, prazer, carinho, amor. AVE BRASILSexualidade é construída através da interação entre os indivíduos e as estruturas sociais. O total desenvolvimento da sexualidade é essencial para o desenvolvimento individual, interpessoal e social” – “Os direitos sexuais são direitos humanos universais baseados na liberdade inerente à dignidade e igualdade para todos os seres. Saúde sexual é um direito fundamental, então, e por esta razão, saúde sexual deve ser um direito humano básico. E para assegurarmos que todos os seres humanos e a sociedade desenvolvam uma sexualidade saudável, os direitos sexuais devem ser reconhecidos, promovidos, respeitados, defendidos por todas as sociedades e, de todas as maneiras. Saúde sexual é o resultado de um ambiente que reconhece, respeita e exercita os direitos sexuais”.
Também em 1997, o Conselho Federal de Medicina baixou resolução sob nº 1.482, autorizando cirurgias em transexuais em regime científico e experimental, exigindo prévio diagnóstico e tratamento por dois anos [2]. Todavia, tal resolução foi revogada pela Resolução sob nº 1.652/02, que reitera a medida de autorização às equipes médicas para procederem tais intervenções cirúrgicas desde que haja cumprimento dos critérios éticos, materiais e psíquicos exigidos. [3]
Desde 1995, tramita no Congresso Nacional, o Projeto de Lei 70/95, do deputado José Coimbra (PTB/SP), que altera o Código Penal brasileiro, excluindo a criminalidade típica da lesão corporal nos casos de cirurgia para fins de ablação de órgãos e partes do corpo humano. O mesmo projeto também altera o artigo 58 da Lei 6.015/73, permitindo a mudança do prenome, mediante prévia autorização judicial, nos casos de alteração cirúrgica de sexo.
Embora, modernamente, tantos falem sobre o transexualismo, poucas pessoas compreendem o que este fenômeno que é nomeado pela comunidade médica como “disforia”, realmente representa, e ainda, quais são as conseqüências avassaladoras que exerce sobre a personalidade do indivíduo.
O que é o transexualismo? O Doutor Magnus Hirshfield introduziu o termo “transexual” em 1924 para designar o indivíduo em que ocorre uma distinção sexual entre a mente e o corpo, porque a mente e o corpo possuem sexos opostos, ou seja, a pessoa tem um “sexo biológico” e outro “psíquico”. Posteriormente, o endocrinologista Harry Benjamin usou o termo em um artigo (1954) para o Jornal Americano de Psicoterapia [4], porém, foi em 1966, quando publicou o livro “O fenômeno Transexual”, [5] foi que o termo passou a ser difundido e verificado com freqüência na literatura médica. E, neste livro, o Dr. Harry Benjamin, conclui suas pesquisas dizendo: “É evidente que a mente do transexual não pode ser ajustada ao corpo, é lógico e justificável tentar o oposto, ajustar o corpo à mente”. Tempos depois, surgiu no mundo médico uma outra definição, esta também de caráter objetivo, dita pelo Dr. Carles L. Ihlenfeld: “No transexualismo, o indivíduo sente que nasceu com o corpo errado”. [6]
AVE BRASILHoje, por “Transexualismo” entende-se a condição clínica em que se encontra um indivíduo biologicamente normal e, que segundo sua história pessoal e clínica, e segundo o exame psiquiátrico, apresenta sexo psicológico incompatível com a natureza do sexo somático. Portanto um indivíduo que se encontra nesta condição tem uma auto-imagem invertida e, por isso se sente diferente (espécie/gênero), daquilo que fisicamente o representa (sexo/órgão), e isolado por esta disparidade, necessita se afirmar socialmente, inclusive em seu papel sexual, como pertencente ao sexo oposto.
Vimos que o Transexualismo tem sido tratado tão-somente como uma anomalia, embora, hoje esteja bem caracterizada e conhecida, e ainda, claramente distinta de outros fenômenos de intersexualidade, como o homossexualismo e o transvestismo. Entende-se por transexualismo uma inversão da identidade psico-social, e, que conduz a uma neurose reacional obsessivo-compulsiva; que se manifesta pelo desejo de reversão sexual integral. [7]
O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, 4ª edição, DSM-IV, da Associação Americana de Psiquiatria, estabelece os seguintes critérios para diagnóstico do transtorno da identidade de gênero (transexualismo): a) Uma forte e persistente identificação com o gênero oposto (não meramente um desejo de obter quaisquer vantagens culturais percebidas pelo fato de ser do sexo oposto). Em adultos, o distúrbio se manifesta por sintomas tais como desejo declarado de ser do sexo oposto, passar freqüentemente por alguém do sexo oposto, desejo de viver ou ser tratado como alguém do sexo oposto ou a convicção de ter os sentimentos e reações típicas do sexo oposto; b) Desconforto persistente com seu sexo ou sentimento de inadequação no papel de gênero deste sexo. Em adultos, o distúrbio manifesta-se por sintomas tais como preocupação em ver-se livre de características sexuais primárias ou secundárias (por exemplo, solicitação de hormônios, cirurgia ou outros procedimentos para alterar fisicamente as características sexuais, com o objetivo de simular o sexo oposto) ou crença de ter nascido com o sexo errado; c) A perturbação não é concomitante com uma condição intersexual física; d) A perturbação causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social ou ocupacional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. [8]
Como é cediço, não há no Direito Positivo brasileiro, norma que autorize a alteração do sexo no registro civil, quando sua necessidade surge não de mero erro ocorrido na lavratura do referido assento, e sim, de uma transmutação sexual, ou seja, por uma compulsão de comportamento diverso do sexo anotado em seu registro. E, desta forma, vemos que, o indivíduo se vê fadado a “ser” aquilo que a definição genética e aparente de seu órgão genital represente para a sociedade. A Jurisprudência recente tem entendido que se trata de anomalia, devendo, portanto, ser respeitada a definição sexual originária. [9]
AVE BRASILMas, as coisas não são e nem podem pautar por critérios tão imediatistas ou, sustentados somente pelas crenças obtidas junto ao senso comum. Muito embora, Jacques Maritain tenha demonstrado que o senso comum, ainda que infracientífico, é mais universal que aqueles advindos das ciências, tendo mesmo um certo valor metafísico, ao passo que alcança o mesmo objetivo passível e possível de ser alcançado também pela metafísica, quando extraímos do cerne deste senso comum uma filosofia primeira, um esboço natural, poderoso e ingênuo, e com isto, observamos que são por ele desenhados os movimentos e instintos espontâneos da razão. [10]
Talvez, por isto, a lei deve acompanhar a evolução social e científica, ainda que coincidentes com o senso comum, pois, que, senão não cumprirá seu papel de sanar os conflitos existentes. John Money e Patrícia Tuccker, nos idos dos anos da década de cinqüenta introduziram um conceito denominado: “Identidade de Gênero”, e a descreveram da seguinte forma:
“Como a identidade genérica se diferencia antes que a criança possa falar sobre ela, se supunha que era inata. Porém, não é assim. Você nasceu com algo que estava preparado para ser mais tarde sua identidade de gênero. O circuito já estava impresso, porém a programação não estava estabelecida, como no caso da linguagem. Sua identidade de gênero não podia diferenciar-se e nem chegar a ser masculina ou feminina sem estímulo social…” [11] (tradução nossa)
Observamos, portanto, na exposição feita por Money e Tuccker, que a obtenção da identidade de gênero não se dá escolhas pessoais, voluntárias, tampouco, exercidas com arbítrio, é sim, uma conseqüência factual, uma realidade individual obtida por estímulos e influências internas, psíquicas e até orgânicas, bem como, pelas externas, ou seja, há uma concomitância de influências, porém, seria absurda a idéia de determinar responsabilidades por esta disparidade entre o gênero físico e o gênero mental. Não existem culpados pelo fenômeno da transexualidade, o que há é um indivíduo que sob um aspecto a mais, se distingue da coletividade comum, porém, sabemos que todo indivíduo é único, e toda individualidade deve ser respeitada. Daí porque, tachar o transexualismo como “anomalia”, data vênia, a jurisprudência neste sentido, nos parece querer doar um sentido mórbido e doentio, quando na verdade, não o é.
Pesquisa recente mostrou que cada um de nós sabe que possui uma porção hormonal (macho) e uma outra (fêmea). Mas, apesar disto, temos a compreensão de nosso próprio gênero, porém, isto significam, que sabemos que apesar de nossos hormônios, somos femininos ou masculinos. Porque isto diz respeito ao nosso modo de sentir, e isto difere e não se confunde com o nosso sexo biológico, porque esta identidade com o gênero pode na ocasião ter pouco ou nada em comum com o sexo biológico do indivíduo. Para a maioria de indivíduos (não-transexuais), estas variações pequenas na identidade absoluta do gênero adicionam o interesse humano a sua personalidade. Tipicamente estes indivíduos não experimentam nenhum imperativo psicológico ou biológico para mudar qualquer coisa. Entretanto, para esse grupo dos indivíduos que são os “transexuais” há algo que nega a habilidade de experimentar seu sentido interno de gênero, porque há disparidade entre o sexo biológico e da identidade do gênero, e isto, é freqüentemente devastador. Sem tratamento, é comum que estes indivíduos vivam suas vidas inteiras em um estado crônico de ansiedade de tornar-se integrado, numa integração íntima e interior, porque envolve corpo e a mente, e ao mesmo passo, influencia na forma em que o indivíduo externa sua personalidade, modificando seu convívio social.
Em termos clínicos, isto é sabido como um estado de disforia; que significa um estado de percepção mental do próprio gênero como diferente do biológico, ou seja, a percepção mental reconhece ao indivíduo um sexo oposto àquele possível de ser visualizado pela anatomia física normal, noutras palavras, o gênero (masculino ou feminino) reconhecido pela mente, não é o mesmo observado fisicamente (genitália). Se a disforia for severa bastante, ou seja, uma condição de percepção permanentemente alterada, os indivíduos podem tornar-se suicidas, em razão de uma compressão crônica a respeito de própria identidade que é incapaz de funcionar em uma maneira normal. Dado a natureza inalterável imprimida pela aparente identidade sexual divergente. [12]
AVE BRASILConscientes de que, o transexualismo é problema psico-biológico enfrentado por uma parcela de indivíduos, e ainda que, por uma parcela pequena da sociedade, e, não pode por isto, sua solução ser considerada insignificante, ou, seu grau de importância ser minimizado. Razão pela qual, deixamos pairar algumas indagações: Estaria a sociedade apta a decidir à qual sexo pertence um indivíduo? A aparência da anatomia genital basta, para a definição do sexo a que nós pertencemos? Estariam os Tribunais diante do cumprimento da estrita legalidade, quando negam ao indivíduo o direito de adequação de seu nome ao sexo obtido por meio cirúrgico?
Resta-nos a certeza de que é preciso que a sociedade aprenda a lidar com o “transexualismo” com naturalidade, com a mesma naturalidade com que ele ocorre. E que isto requer, que o Estado, no que corresponde aos interesses sociais, por meio normativo, ampare este grupo de pessoas, pois, também são credores de direitos individuais e de personalidade. Segundo Antônio Chaves “Lamentavelmente nossas leis, costumes, tradições não têm um mínimo de compreensão, tolerância e consideração para aqueles que a natureza ou a vida criou uma situação esdrúxula, paradoxal, dissonante quanto à perfeição de sua sexualidade, condenando-os inexoravelmente a uma vida miserável dentro do mais aviltante dos ostracismos.” [13]
Desta forma, concluímos, cientes de que uma crise de identidade [14] é só um sintoma, um efeito. Portanto, alerta-nos a causa, que deixa de ser um “problema” individual, passando a ser social e de interesse público, na justa medida em que o “ser” é elemento de composição da sociedade na mesma proporção em que o cidadão é parte integrante do Estado. O que torna a “Identidade” é um processo que visa alcançar a inteireza humana, por isto, implica em reciprocidade e reconhecimento. Resulta em uma relação de “Poder” (existencial), através da qual o ser humano busca histórica e dialeticamente a emancipação, cabendo às normas jurídicas ser o instrumento “meio” passível de efetivamente proporcionar o alcance de tal “fim”.
[1] “… a dignidade se traduz em proteção, elevação e aumento do ser humano. E qualquer forma de violação da dignidade humana se caracteriza como ilícita. E, desta forma, quando comprovada qualquer ofensa à dignidade do indivíduo, esta deve ser entendida e caracterizada como delito, tanto quanto os cometidos contra a honra, e já previstos nos Código Penal brasileiro, artigos 138 “usque” 145, posto que, a definição de crime em seu aspecto material é: “Ato humano que lesa ou expõe a perigo bens juridicamente tutelados […] Reiteradamente, abstrata, a dignidade é um valor intrínseco, porém, representativo da figura humana. Compreendida como um sentimento profundo das conveniências da posição social e o cuidado com que se evita tudo que possa enfraquecer o respeito a que se tem direito”. CARMO, Suzana J. de Oliveira. Cabeça, tronco e membros, mais: dignidade e honra. DireitoNet, São Paulo, 25 fev. 2004. Disponível em:
http://www.direitonet.com.br/artigos/x/14/85/1485/
[2] Preâmbulo da Resolução 1482/97 – CFM – O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958 e, CONSIDERANDO a competência normativa conferida pelo artigo 2º da Resolução CFM nº 1.246/88, combinado ao artigo 2º da Lei nº 3.268/57, que tratam, respectivamente, da expedição de resoluções que complementem o Código de Ética Médica e do zelo pertinente à fiscalização e disciplina do ato médico; CONSIDERANDO ser o paciente transexual portador de desvio psicológico permanente de identidade sexual, com rejeição do fenotipo e tendência à auto mutilação e ou auto-extermínio; CONSIDERANDO que a cirurgia de transformação plástico-reconstrutiva da genitália externa, interna e caracteres sexuais secundários não constitui crime de mutilação previsto no artigo 129 do Código Penal, visto que tem o propósito terapêutico específico de adequar a genitália ao sexo psíquico;CONSIDERANDO a viabilidade técnica para as cirurgias de neocolpovulvoplastia e ou neofaloplastia; CONSIDERANDO o que dispõe o artigo 199 da Constituição Federal, parágrafo quarto, que trata da remoção de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante, pesquisa e tratamento, bem como o fato de que a transformação da genitália constitui a etapa mais importante no tratamento de transexualismo;CONSIDERANDO que o artigo 42 do Código de Ética Médica veda os procedimentos médicos proibidos em lei, e não há lei que defina a transformação terapêutica da genitália in anima nobili como crime…

Sabe o que é Viril Energy Plus Turbo- O Ultra Viril?

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 As Novas Fotos Sensuais de Steffani Prudêncio.

Steffani Prudêncio – Ela foi a Bela da Torcida pelo São Paulo, e agora chega determinada a causar um grande alvoroço entre os fãs do Bella da Semana. Aos 20 anos, Steffani Prudêncio já pode ser chamada de mulher perfeita: além de gata, a morena de olhos azuis curte futebol, é fiel e adora ser dominada. Olha bem pra ela e me confessa uma coisa: você nem aguentou ler o texto até o final…

Nome: Steffani Prudêncio.

Data e local de nascimento: 30 de julho de 1994, em São Paulo (SP).

Cidade onde mora: Campinas (SP).

Signo: leão.

Medidas

Altura: 1,58 m,Quadril: 99 cm,Cintura: 66 cm,Busto: 82 cm,Pés: 35.

Tem algum apelido? Sté, Teté, Fani, Té.

Sonho de consumo: abrir meu negócio próprio, na área de moda e beleza.

Maior loucura que já fez na vida: até hoje não fiz nada que seja considerado loucura, mas sou bem nova ainda, muita coisa pode rolar.

Para você, homem tem que ser… : educado, engraçado, envolvente, charmoso e inteligente. Se for muito fácil e mulherengo, perde a graça!

Acredita na fidelidade masculina? Hum… Difícil! Quando homem está pensando naquilo, não consegue pensar em mais nada. Mas ainda tenho esperança, sim.

Já traiu? Não, quando estou com uma pessoa procuro respeitá-la sempre. Caso contrário, nem assumo compromisso.

Entre quatro paredes, o que curte fazer? Ser dominada.

Como você definiria uma noite inesquecível? Tudo começa pela companhia. Se for boa, fica fácil. Pode ser tanto uma volta na praia debaixo de um céu estrelado, como um bom jantar com vinho e uma musiquinha…

E o que te dá mais tesão na hora H? Quando a pessoa sabe o que falar, e vai falando no ouvidinho. Acho que a intimidade e a sintonia do casal são essenciais nessa hora.

Você participou do concurso Bela da Torcida pelo São Paulo em 2014. Conte-nos um pouco mais sobre essa experiência. Uma produtora do UOL me fez o convite, resolvi participar pela experiência, por gostar de futebol e pelo meu time. Na época não tive muito tempo de divulgar, mas foi bem legal, recebi muitos votos e elogios.

Então quer dizer que é chegada em futebol? Sou sim, estou sempre acompanhando meu time (São Paulo) e torcendo muito!

Quais são seus planos profissionais agora? Esse ano vou deixar minha vida aberta para minha carreira de modelo,  e ano que vem pretendo focar na faculdade de Design de Moda – meu grande sonho, desde pequena. Quem sabe lá na frente faço teatro, já que muita gente fala que eu levo jeito.

Qual foi o momento mais difícil da sua carreira? Foi quando eu realmente precisei me decidir se era isso mesmo que queria. É um caminho com muitas críticas e consequências, você precisa manter a cabeça no lugar para não pirar!

Já ficou com algum cara famoso? Já sim… ator, cantor sertanejo e jogador de futebol! (risos)

Se pudesse ficar com qualquer homem, com quem ficaria? Ashton Kutcher ou Cauã Raymond, acho os dois incrivelmente lindos.

E mulher, já beijou? Não.

O que curte fazer quando está de folga? Ver um filme, andar de bike, ler desde um bom livro até revista de moda.

É difícil tirar a roupa para fotografar? Um pouco, pois você tem que se sentir muito segura com seu corpo e, ao mesmo tempo, ter uma boa expressão para as fotos saírem bonitas. Mas aos poucos você vai entrando no clima e relaxa…

Por fim, como foi fotografar para o Bella da Semana? Foi muito legal, a produção, o fotógrafo… Sérgio Saraiva é um grande profissional, conseguiu me deixar bem à vontade. A locação era incrível, e também adorei os momentos de descontração durante o making-of. Fiquei bem contente com o convite, por que sempre ouvi falar bem do site, foi uma experiência muito boa. Aprendi muito!

Steffani Prudêncio ,ensaio nú de Steffani Prudêncio ,bela da semana, bela da semana Steffani

Novo Viril Energy Plus Turbo- O Ultra Viril

1°- Não possui contraindicação para pacientes que fazem uso de remédios antidepressivos.

2°- Combate de forma totalmente eficaz os efeitos colaterais dos antidepressivos, principalmente os relacionados á sexualidade.

3°- Com o aumento das relações sexuais aumenta concomitantemente a autoestima e o cuidar de si mesmo.

4°- A própria prática sexual libera o que os antidepressivos mais buscam liberar na mente humana: Serotonina, dopamina e noradrenalina, substâncias responsáveis para o bem-estar do ser humano, responsáveis pela felicidade.

5°- Outra grata surpresa foi a constatação de que uma vez atuando, o Viril Energy Plus turbo desencadeia apetite sexual em pessoas com fobias, ansiedades e até mesmo esquizofrenia. O bem que o ato sexual traz, de um modo geral combate qualquer doença, isso abre uma perspectiva excepcional. Mas o melhor de tudo foi que isso não veio de uma pesquisa (pois essa poderia estar errada), mas da constatação nos consultórios médicos, hoje, no Brasil e no mundo.

6°- O Mesmo benefício propiciado ao depressivo ou pessoas com distúrbios psicoemocionais foram constatados em alcoólatras, drogados e, inclusive no combate sistemático ao tabagismo. Os benefícios do viril Energy Plus turbo são incalculáveis. Famílias destroçadas, pessoas infelizes, pacientes suicidas reencontraram o prazer de viver. Assim, resta mais do que nunca esperança, sim, de um mundo mais feliz.

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