Bianca Muller encarou o “Manage à Trois” da novela “O REBU” numa boa… Também, para quem, aos 24 anos, já enfrentou bulimia e anorexia, filmar sexo a três nem significa tanto… Será?Oferecimento: ES Femely, para a mulher que não abre mão de seu direito de gozar!


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bianca muller

Bianca Müller, a ninfeta Mirna da novela das 23h, “O rebu”, contou à revista que sofreu de anorexia e bulimia na adolescência. O problema durou três anos.
– Tinha dia em que engolia um panetone inteiro e vomitava. Outros, comia um tomate ou meia barrinha de cereal. Na minha cabeça, não podia passar de 300 calorias diárias. No começo, escondi dos meus pais. Em um mês perdi 6 quilos, em dois, quase 10. Cheguei aos 52kg (ela tem 1,74m). Hoje, vejo fotos da época, eu era um esqueleto. E olhava no espelho e me achava gorda.
Hoje, a atriz, de 24 anos, diz que expõe seu corpo na novela com naturalidade. Sua personagem, Mirna, tem um caso extraconjugal com o personagem de José de Abreu, Bernardo.
Com a ajuda de terapias alternativas e livros de autoajuda, Bianca pode começar a se dedicar à carreira. O primeiro trabalho importante foi na série “Sessão de terapia”, de Selton Mello, no GNT. Depois, vieram três longas: “Boa sorte, meu amor, de Daniel Aragão, “Jeitosinha”, de Johil Carvalho e Sérgio Lacerda, e “Amor em Sampa”, que tem roteiro de Bruna Lombardi e direção de Carlos Alberto Riccelli.O iG encontrou Bianca em um dia de vento forte, de mar gelado, e seu sono estava fora de ordem. Nascida em Caieiras, Grande São Paulo, onde mora até hoje com os pais, a atriz de 24 anos vive de malas para lá e para cá e se hospeda em um hotel de frente para praia, na Barra da Tijuca, para cumprir a agenda de gravação da novela que colocou em prova não só seu talento como intérprete, mas sua disponibilidade para encarar cenas ousadas e quebrar tabus na TV.
Foi com Camila Morgado e Jesuíta Barbosa que Bianca protagonizou um coreografado ménage à trois em “O Rebu”. Do jeito que a banda tocou dentro do estúdio, ela admitiu que esperava um resultado “engraçado e não tesudo”, e se surpreendeu com a foto 4sequência. Por um pedido da direção, as meninas não se tocaram. Acabou no colo de Jesuíta segurar a onda das duas. A gente não pensou que fosse ficar do jeito que ficou no ar. Até que ficou tesudinho olhando, mas no dia, gravando, fiquei em dúvida”, disse ela.
Filha de um gerente comercial e uma pedagoga, em casa o clima é sem grilos. “Meu pai até falou ‘pô, acho que você podia ter ousado mais. É claro que eu fico com vergonha, os caras do trabalho ficam me zoando, mas você podia ter ousado mais para aparecer mais’. Pai, né (risos)? Pai só quer que você apareça (risos)”, falou gargalhando.
Nesse rebuliço todo, só quem não curtiu tanto foi Thiago, de 27 anos, há oito anos namorado de Bianca. “Já falei para ele fazer terapia, mas ele não quer”, brincou.
Por falar nela, foi em “Sessão de Terapia”, série de Selton Mello exibida no GNT, que Bianca chamou a atenção de Villamarim. Antes do trabalho, o caminho foi esburacado. O teatro está na rotina de Bianca desde os oito anos. Quando viu que aquilo poderia ser profissão, resolveu investir. Encontrou um desafio logo de cara: o tal padrão. Lembra da moldura do início do texto? Consciente, foto 3se encaixou nela. E os trabalhos começaram a aparecer. Alisou os cabelos, perdeu peso, deu o braço a torcer, e mais grana começou a aparecer. E por enquanto, realizando o sonho de uma vida, está bom do jeitinho que está. Mas ela reforça: sabe muito bem o que pode e o que não pode. Portanto, fique ligado.
Ask:Na TV, “Sessão de Terapia” foi seu grande chamariz, né?
Bianca Müller: Foi. Antes, fiz uma série da Nickelodeon, ‘Julie e os Fantasmas’, e o ‘Sessão’ veio depois por testes mesmo. Primeiro eu fiz teste com um produtor de elenco, o Selton gostou e me chamou, com mais duas meninas, para fazer o teste final com ele. Vou te falar que fiquei semanas sem dormir, foi uma loucura. Eu era louca pelo trabalho do Selton, sempre fui. E tudo que trabalhei como atriz desde quando começar a estudar era para trabalhar com ele. Quando rolou o teste e eu sabia que ele iria dirigir, pensei ‘ou é agora, ou é agora’.
Ask: Isso é muito da sua personalidade, essa coisa do “é agora ou é agora”?
Bianca Müller: Quando eu quero, vou atrás, dou um jeito. Confio na questão da determinação, de correr atrás. ‘O que eu preciso para fazer isso?’, e eu vou lá e faço. Simples assim. Vou com medo, tenho medo como todo mundo, mas não deixo ele me impedir de nada, não. Posso me arrebentar, mas vou tentar.
iG: É insegura?
foto 2Bianca Müller: Ah, claro. Como atriz, como ser humano, o ator é sempre inseguro. Não tem um que seja 100% seguro. No set, é melhor nem assistir à cena na hora no switcher do estúdio, porque você vai achar defeito, vai querer fazer de novo. No ar eu vejo, claro. É importante para ver o que funciona, o que não funciona, o que é muito seu que você pode tirar ou que pode emprestar para o personagem.
Ask: E como surgiu “O Rebu”?
Bianca Müller: De um convite da direção mesmo, só que eu não tinha personagem definido. Precisei fazer um teste com outro ator para, só depois, eles decidirem quem eu seria. Nesse meio tempo, fui para Brasília rodar um filme e na volta já conversei com o Villamarim e eles já tinham separado a Mirna para mim.
Ask: Como foi esse teste?
Bianca Müller: Foi maravilhoso, eu amei. Era tipo um casal principal, tipo Bruno e Duda, e com o texto do ‘Amores Roubados’. Foi incrível. O texto era incrível, só que pequeno. Tinha umas duas páginas de diálogo, e o Villamarim queria que a gente improvisasse. Ele nos deu uma situação e a gente começou a cena. Do nada, ele pedia para a gente entrar no texto. E ficou nessa, de entrar e sair do texto… Um tempão assim, dava um curta-metragem. O Waltinho (Walter Carvalho) já estava na fotografia do teste, eu me senti super segura, bem recebida. Eu saí bem feliz, com sensação de missão cumprida. E deu tudo certo.
Ask: Quando eles te falaram que você seria a Mirna, de cara te avisaram que você teria cena de nudez?
Bianca Müller: Eles me explicaram como era a personagem super no papo reto. Até porque eu não tenho muita frescura. No dia do teste, a gente fez com um figurino meio ‘O Rebu’. Era um vestido rendado preto, transparente. Coloquei uma calcinha cor da pele, um lib (protetor nos seios) e ‘bora’. Ele me perguntou se eu estava à vontade e falei ‘bora, vamos lá’. Nem lembrei que roupa eu estava, estava focada em outra coisa. Ele sentiu isso e ficou satisfeito. Na conversa, ele falou que teriam cenas de nudez e perguntou como é para mim. Fotografia de Waltinho e direção de Villamarim? Vam’bora, vamos fazer!
Ask: Não bateu a insegurança no set com o corpo exposto?
Bianca Müller: Em cena, para mim, é tranquilo. Na vida é mais difícil. Eu tenho mais timidez com meu corpo na vida. Para colocar o biquíni e ir para praia eu morro de vergonha. Morro! Fico superinsegura. Quando eu era mais nova, ia de short para praia e ficava com a marca na perna, porque não tirava de vergonha. Fui melhorando ao longo da vida, mas ainda tenho muita timidez.
foto 5Ask Como explicar essa dualidade?
Bianca Müller: Acho que é porque tem um propósito em cena, é um trabalho. Claro que deve ter um julgamento, todo mundo é ser humano, mas as pessoas que estão ali não estão focadas nisso. Ninguém está focado em, sei lá, ver se meu peitinho é bonitinho ou se meu bumbum é legal. Não, ninguém está ali para isso, todo mundo quer ver se a luz está boa ou não. E na vida, não, né? Na vida todo mundo quer ver se você está com tudo em ordem, e isso me incomoda um pouco. Acho que fui muito vítima de padrão de beleza, então na minha vida pessoal isso me incomoda.
Ask: Por que diz que foi vítima de padrão de beleza?
Bianca Müller: Por que eu era gordinha, sofri um bullying de leve no teatro por causa de uma menina do mal (risos). E tive bulimia com 16 anos, entrei nessa onda toda. E depois que emagreci, comecei a trabalhar. Sacou? E aí eu vi que é cruel mesmo a coisa. Não são só as outras pessoas, é a própria indústria mesmo. Meu cabelo, por exemplo, não é liso. Ele é enrolado. Tive que alisar para começar a trabalhar. Depois que alisei, depois que emagreci, depois que entrei em um padrão de beleza, comecei a trabalhar. E fiquei meio encucada com isso.
Ask: A bulimia se desenvolveu por essa pressão?
Bianca Müller: Não, por vários fatores. Problemas em família, a própria adolescência, a ansiedade… Foi uma bola de neve. Fiz terapia, não me ajudou. Depois de um ano eu voltei, consegui ajuda e foi muito bom. Mas daí eu parei e sozinha mesmo me virei. Li uns livros bacanas, conheci uma galera, fiz umas terapias holísticas e deu tudo certo. 15, 16 anos é uma idade complicada, né? Você está cheio de questões e acha que sabe tudo.
Ask: Você disse que quando entrou no padrão, no modelo preestabelecido, você viu sua carreira engatar…
Bianca Müller: É, comecei a pegar uns trabalhos de publicidade mesmo, que trabalha mais com a imagem, e comecei a pagar minhas contas. Até então, eu não conseguia nada, não fazia nada.
Ask: Se fosse fora do padrão, você acha que não estaria onde está hoje?
Bianca Müller: Ia ser mais difícil.
Ask E vale a pena fazer esse esforço para conquistar seu objetivo?
Bianca Müller: Eu vi que ou eu fazia isso, ou eu só fazia teatro, ou sei lá… Você tem que ter uma coisa muito incrível. Tipo, Matheus Nachtergaele é fora do padrão, mas ele é um ator extraordinário que vem trabalhando, produz as próprias coisas. Eu era muito nova, como eu ia fazer tudo isso? Eu não tinha essa carga, nunca tive pais ricos que me mandaram estudar fora para voltar arrasando. No Brasil mesmo os cursos de interpretação são supercaros e eu tive que me adaptar para ganhar dinheiro com publicidade, para pagar meus cursos e investir na interpretação, na carreira. Depois que eu conseguir me estabelecer mais com o meu trabalho, aí eu chuto o balde, posso sair de moleton na rua que não tem problema (risos).
Ask: É uma escolha, né…
Bianca Müller: É uma escolha consciente. Por que muita gente faz isso inconsciente. E tudo que é inconsciente é perigoso. Tem uma linha tênue, você se perde. Chega uma hora que você não sabe o que é você e o que é aquilo tudo. Quando você está mais consciente do que você precisa abrir mão ou não, ou só do que você tem que deixar um pouquinho de lado para depois retomar… São escolhas conscientes. Sempre fui muito pé no chão.
Ask: Voltando para a Mirna, mexeu com sua vaidade se olhar na TV daquele jeito sensual?
Bianca Müller: Não, não… Nunca me sinto bem (risos). Quase sempre olho e falo ‘putz, preciso voltar a malhar mesmo, vou correr para o pilates, dieta já!’. Isso é sempre, é normal. Mas também tudo bem, deu para ver pouca coisa. E o pouco que deu para ver a luz salvou. Não foi nada que entrei em pânico, mas também não foi nada que eu falei ‘nossa, tô gata’.
Ask Como você e o José de Abreu encontraram a química para fazer as cenas de Mirna e Bernardo?Bianca Müller: Foi muito tranquilo. O primeiro encontro foi com o Chico Accioly, nosso preparador de elenco. O Zé é muito generoso, molecão, jovem, divertido. A gente conversou, ele falou da vida dele, eu falei da minha, a gente falou dos personagens… Um bate-papo mesmo. E a segunda vez que a gente se encontrou já era uma relação. Uma relação sem nenhum tipo de trocadilho (risos).
Ask: Até porque já até rolou esse papo que ele se separou por sua causa, fato já negado pelos dois, né?
Bianca Müller: Eu não tenho nem o que falar disso (risos).
Ask: E seus pais quando viram as cenas mais quentes, o que eles acharam?
Bianca Müller: Eu não estava com eles na hora, mas queria ter estado para fazer bullying com meu pai. É divertido (risos). Tenho uma relação muito boa com meus pais, de melhores amigos mesmo. E eu já tinha cantado a bola para eles de como seria. Para eles é tranquilo, meu pai até falou ‘pô, acho que você podia ter ousado mais. É claro que eu fico com vergonha, os caras do trabalho ficam me zoando, mas você podia ter ousado mais para aparecer mais’. Pai, né (risos)? Pai só quer que você apareça (risos). E a gente faz muita coisa que não vai para o ar, que são cortadas. Acabou que foi para o ar o mais light (da primeira cena de Mirna e Bernardo), e está tudo bem também.
Ask: Você namora? Como é para o namorado?
Bianca Müller: Para ele é um pouco mais pesado (risos). Como ele nunca viu nenhuma cena minha do tipo, nem beijo nem nada, já foi para testar logo. ‘Bom, se ele aguentar isso, a gente permanece’ (risos). Eu já falei para ele fazer terapia, ele disse que não quer (risos).
Ask: Ainda sobre a separação do José de Abreu, que você foi apontado como pivô, esse caso foi seu primeiro contato com esse outro lado da fama. Como você lidou com isso?
Bianca Müller: É, foi a primeira vez que fui alvo de fofoca. Eu dei muita risada, juro! Não sei se era por uma coisa que não tinha o menor cabimento, sabe? Era tão absurdo que pensei que ninguém iria levar a sério. Talvez se fosse uma coisa mais cabível, talvez eu ficasse mais tensa, porque daí poderia colocar meu relacionamento em jogo. Mas não foi o caso. E foi bom para já mostrar para o namorado como as coisas funcionam (risos). Não dá para falar, na balada, no ouvido de ninguém que já falam que você está pegando. É complicado.
Ask: A cena do sexo a três foi tão comentada nos bastidores como foi fora dele?
Bianca Müller: Foi mesmo? Eu não senti tanto assim, talvez por estar do lado de dentro. Achei ótimo estar no meio disso, mais uma publicidade para mim. Foi divertido fazer, a gente deu muita risada. A Camila e o Jesuíta são sensacionais. A gente já tinha feito várias piadas dessa situação. Desde Buenos Aires a gente já vinha alimentando uma paquera a três para rolar essa cena, tipo um desejando o outro em cena (risos). Na hora que a gente fez, acho que não tinha como alguém sentir tesão, porque estava muito engraçado. Tinha coreografia da câmera, mas ao mesmo tempo a gente ficava meio perdido, porque eu não podia chegar na Camila. O Villamarim não deixou. As duas, então, ficavam disputando o Jesuíta. Eu não podia beijar, passar a mão nela, não podia nada disso que era natural para qualquer ser humano que está num ménage (risos).
Ask: Foi uma restrição mesmo da direção?
Bianca Müller: É, o Zé achou que seria demais. Ménage já é pesado. Para dar um selinho na novela das 21h (“Em Família”) foi aquilo tudo… Imagina a gente já chega com tudo… (risos). Mas deu tudo certo. A gente não pensou que fosse ficar do jeito que ficou no ar. Até que ficou tesudinho olhando, mas no dia, gravando, eu fiquei em dúvida. Achei que ia ficar mais engraçado que tesudo.
Ask: Você tem alguma coisa de Mirna?
Bianca Müller: Acho muito difícil… Eu até comentei isso com o preparador de elenco. Bom, ela sabe o que ela quer, eu também. Ela faz qualquer coisa para conseguir seu objetivo, eu não faço qualquer coisa, mas faço o que for preciso dentro dos meus valores. Essa gana por alguma coisa a gente tem em comum, sabe? Essa fome de vida, de sair, de conhecer gente… Eu tenho isso também.

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Sobre revistadainternet

Sou Rômulo Soares Albuquerque, nascido em 02 de Março de 1976, formado em Direito desde 1999, com inscrição da OAB-CE sob o número: 13.414 residente e domiciliado em Fortaleza-Ce. E-mail pessoal: romuloalbuquerque.adv@msn.com

Publicado em 10 de setembro de 2014, em Bianca Müller,Bianca, muller,ninfeta Mirna da novela das 23h,ninfeta mirna, Bianca Müller em "O rebu", Bianca Müller bulimia, Bianca Müller, anorexia, Bianca Müller contou à revista que sofreu d e marcado como , , , , , , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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