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  – ALVO CENTRAL: PERDA DE PESO

– MÉTODOS: TODOS

–  PROFISSIONAIS: OS MELHORES

  – PRÉ-REQUISITO: COOPERAÇÃO

  – VITÓRIA: VOCÊ MAGRA E FELIZ

– DERROTA: NÃO EXISTE

– FUNDAMENTAL: CONHECIMENTO

– TEMPO: O NECESSÁRIO

 

Para vocês, apresentamos a segunda surpresa, a  união diversificada de inúmeros estudiosos de segmentos distintos (Medicina, Nutrição, Psicologia, Psicanalistas, Sexólogos, Farmacêuticos, Pedagogos, Terapeutas, em fim, mais de 40 profissionais com o objetivo de, em parceria com você, trazer a todos que buscam, felicidade, sabendo essa está intimamente ligada ao bem-estar consigo e com o mundo, onde um dos fatores do mal estar (não importando nesse momento se causa ou efeito) é o excesso de peso, para auxiliar-lhe na perda efetiva e eficaz de peso, deixando-lhe magra, saudável e exuberante. Mas nada pode ser feito sem o seu querer verdadeiro, e a quebra necessária de preconceitos que diz não possuir. Vive-se um momento único, o de se possuir algo, mas antes de por alguém ser alegado, antecipamos-nos e dizemos não possuí-los. Esse é o pior tipo de preconceito, que por vezes está nas raízes de nossas ações mas não percebemos, quiçá por ser mais conveniente não enfrenta-los.

Analisar o excesso de peso, sobrepeso, obesidade e não analisar e entender o que é compulsão é a mesma coisa que fingir contribuir para algo de forma ineficaz, certo de lograr êxito. Leia sobre compulsão, e a seguir a compulsão específica pelo atoto de comer. Absorva essas informações, pois estas são imprescindíveis. Antes, deixe “as armas” de lado. Mergulhe fundo, procurando encontrar-se e não fugir de si mesmo.

“Compulsão: Danos Inimagináveis e Seus Reflexos Em Nossas vidas”.

Para se compreender como age a compulsão ao desencadear inúmeros problemas em nossas vidas, também no processo de obesidade, é necessário e imprescindível que o leitor abra-se, desprovido de preconceitos para uma compreensão do que é “Compulsão” de uma forma genérica, para somente então entender que a cura, o controle das Compulsões é fundamental para conter sua ação maligna no processo de obesidade. O ser humano aceita toda e qualquer doença físico-corporal procurando para essas, tratamento imediato; o mesmo não ocorre para doenças que afetam a ” psique”. Do jeito que todo ser humano trata e busca evitar a dor física, deve, de forma semelhante tratar a dor psíquica, mas essa ele esconde consigo e poucas vezes se permite buscar verdadeiramente encontrar caminhos reais e eficazes para sana-las.

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Observe com atenção o texto, as descrições e, se você tiver um sintoma apresentado abaixo, não o ignore, pois pode está mascarando algo sem necessidade, dificultando assim seu progresso e crescimento individual e coletivo sem maiores motivos. Não se atenha a Siglas. TOC – ( transtorno obsessivo compulsivo) é muito mais comum do que a própria Medicina interpreta como pertencente a esse Transtorno, e, provavelmente, com a evolução e melhor aceitação na compreensão do universo psicológico humano, não criarão sensacionalismos, tipificando como doença específica de certo percentual da população, mas como presente de alguma forma em todas as pessoas, pois compulsão está presente em diversos momentos na vida de todo ser humano, sendo essencial aceitar esse fato.

A descrição clínica e o diagnóstico do transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) são mais complexos do que se pode supor, em função de alguns aspectos que serão expostos brevemente neste trabalho.

A caracterização do transtorno baseia-se na ocorrência primária de obsessões e/ou compulsões. Obsessões são pensamentos, impulsos ou imagens mentais recorrentes, intrusivos e desagradáveis, reconhecidos como próprios e que causam ansiedade ou mal-estar relevante ao indivíduo, tomam tempo e interferem negativamente em suas atividades e/ou relacionamentos. Note-se que imagens aversivas e impulsos egodistônicos ameaçadores, em geral agressivos, podem predominar. Já compulsões são comportamentos ou atos mentais repetitivos que o indivíduo é levado a executar voluntariamente em resposta a uma obsessão ou de acordo com regras rígidas, para reduzir a ansiedade/mal-estar ou prevenir algum evento temido. Assim, enquanto as obsessões causam desconforto emocional, os rituais compulsivos (sempre excessivos, irracionais ou mágicos) tendem a aliviá-lo, mas não são prazerosos. Já em 1935, Lewis afirmava: “quanto mais agradável um ato repetitivo, menos provável que seja compulsivo”. A função de neutralização ou atenuação imediata da ansiedade manteria os sintomas em um ciclo de difícil rompimento em que, paradoxalmente, para sentir-se melhor, o indivíduo se escraviza.

Apesar de mais frequente, nem sempre obsessões e compulsões estão associadas, havendo pacientes puramente obsessivos e, mais raramente, só compulsivos. No último caso, os rituais (p. ex.: de colecionamento, simetria ou ordenação) são executados para aliviar um mal-estar descrito como ansiedade, sensação de premência, imperfeição ou incompletude, sem uma preocupação ou temor específico relacionado ao comportamento. As ações são repetidas até que a pessoa se sinta melhor ou considere que aquilo está “certo” ou concluído.

Um aspecto característico é a fácil evocabilidade (facilidade em dizer algo, evocar) dos sintomas, havendo infindáveis estímulos externos (sujeira, bactérias, facas) e internos (pensamentos, lembranças) capazes de, por associação, desencadear desconforto. Estes podem se generalizar também pelo plano simbólico (p. ex.: pensamentos sexuais ou agressivos e sujeira). O medo é idiossincrático: enquanto um considera “sujo” sangue e tudo que se refere a isso, outros temem contato com urina, gordura, graxa, pó de café, vidro etc.

Na maioria dos casos, existem múltiplas obsessões e compulsões simultâneas e não sintomas únicos ou pares, e os pacientes mudam de tema ou tipo de sintoma com o passar do tempo. Trata-se em regra de um quadro crônico e frequentemente de início precoce, 6,8 anos com flutuação na intensidade dos sintomas ao longo do tempo.

Enquanto na maior parte dos casos há piora em fases de vida difíceis, alguns relatam atenuação dos sintomas na ocorrência de algum problema sério que exija enfrentamento. Não há necessariamente piora progressiva, mas os rituais tendem a ficar mais sedimentados com o tempo. Ressalte-se que a gravidade é bastante variável, havendo desde casos leves até aqueles extremamente graves e incapacitantes, mesmo para atividades rotineiras.

Tipos de sintomas

O conteúdo dos pensamentos ou das imagens mentais aversivas geralmente se refere a acidentes, doenças ou perda de pessoas queridas. As obsessões de contaminação (Aids, sujeira, radioatividade) são conhecidas, e as somáticas (preocupações com outras doenças, com a aparência física) podem apresentar pior nível de crítica.7 As obsessões agressivas apresentam-se geralmente como “fobias de impulsos”: medo de ferir, matar ou prejudicar alguém sem querer, de se matar, fazer algo proibido ou embaraçoso (p. ex.: furtar, xingar, assediar). Muitos evitam manusear facas, tesouras, fósforos, ou quaisquer objetos que considerem perigosos, ou ficar sozinhos, por não confiarem em si mesmos. Mesmo nada de fato ocorrendo, a ameaça persiste e costuma ser muito assustadora, por vezes associada à dúvida sobre ter ou não feita o ato tão temido. Pensamentos obsessivos “neutros” são palavras, sons, músicas intrusivas ou imagens que, pela recorrência, atrapalham e tornam-se aversivos.

As compulsões de verificação podem estar relacionadas a obsessões somáticas (autoexame) e ao medo de, por imprudência, vir a causar alguma catástrofe. Os rituais de lavagem (de mãos, banhos, objetos), quando intensos, causam até dermatites e problemas de coluna. As compulsões de contagem podem se associar às de repetição e são geralmente mentais (somas e divisões desnecessárias, repetir várias vezes tal ato), e as de simetria são inúmeras: posição de livros, de sapatos ou outros objetos, ordenação de roupas no varal e mesmo simetria em toques ou esbarrões (p. ex.: ter de tocar com a mão direita naquilo que foi tocado com a esquerda ou vice-versa). Já os rituais de colecionamento são menos conhecidos: incapacidade de se desfazer de jornais, notas fiscais antigas, embalagens inúteis, papéis de bala ou objetos encontrados na rua. São considerados rituais “diversos”: sapatear, rezar, perguntar, relembrar, gesticular, tocar, cuspir etc. Como se vê, trata-se de um transtorno extremamente heterogêneo, que pode ter incontáveis apresentações; ou seja, em princípio, qualquer comportamento pode ser compulsivo.

Alguns consideram as obsessões de contaminação como as mais comuns. Dúvidas patológicas costumam se associar aos rituais de conferência e são também bastante frequentes. Entre um outro grupo de pessoas avaliadas, 80% apresentavam compulsões de verificação, consideradas como os sintomas mais comuns. No Brasil, avaliou-se 1000 pessoas foram encontradas principalmente obsessões de agressividade (52%), contaminação (44%) e somáticas (40%), compulsões de limpeza (57%) e verificação (56%).

Estudando a variação sintomatológica em quase 300 casos, agrupou-se sintomas que tendem a colaborar para o surgimento compulsivo e propuseram a existência de quatro fatores principais, responsáveis por mais de 60% da variação clínica: obsessões – principalmente agressivas e somáticas – e verificação (fator I); simetria e ordenação, também envolvendo repetição e contagem (fator II); contaminação e limpeza (fator III); e colecionamento (fator IV).

Um sintoma raro e menos conhecido é a lentidão obsessiva, em que os pacientes não repetem suas ações, mas demoram horas em tarefas diárias. Na maioria, há indecisão, ruminações e rituais encobertos provavelmente responsáveis pela lentidão. Aparentemente temeria errar ou causar problemas, por isso a demora excessiva nas ações.

Características centrais

Principais características presentes nas compulsões:

1- Avaliação exagerada de riscos

2- Dúvida em excesso.

3- Sensação de incompletude.

Os obsessivos vivenciam exageradamente quaisquer riscos. A ansiedade seria mais intensa quando predominasse essa sensação exacerbada de vulnerabilidade ao perigo. No extremo oposto, estariam pacientes com rituais de simetria/ordenação ou lentidão, com predominância da sensação de não finalização e menos ansiedade.

A dúvida patológica consiste na incapacidade de se certificar, por exemplo, de que a porta está trancada, o botijão desligado, a louça bem lavada ou, mais irracional incompreensivelmente, de que não engoliram cacos de vidro, não são homossexuais, não traíram o cônjuge ou mataram alguém sem perceber. Vale lembrar que o TOC já foi conhecido como “loucura da dúvida”. Na verdade, em muitos casos tal separação é difícil, com os três aspectos muito interligados.

Segundo avaliações diversas, o problema central seria a persistência de “sinais de erro”, que não desapareceriam com o comportamento, mantendo a sensação de dúvida e incompletude. Enquanto o sinal perceptual não coincidir com o referencial interno, as compulsões se repetiriam para tentar reduzir essa diferença, mas em vão, pois o dano estaria no sistema comparador.

A culpa é outro fenômeno importante e constante nas descrições clínicas, considerada a base do sofrimento desses pacientes. É inimaginável o quanto é destrutivo o sentimento de culpa (sujeira moral), essa aliada à dúvida, as fobias e a sombra da morte. Segundo observa-se, pelo menos existem dois subgrupos principais:

1- Pessoas mais voltadas para um passado de culpa, que temem principalmente a responsabilidade.

2- Pessoas excessivamente preocupadas com o futuro ameaçador, predominando a sensação de fragilidade (mais temores de contaminação e da morte). Enquanto estes se sentem ameaçados, aqueles se consideram uma ameaça para os outros.

Ressalte-se a união psicológica entre pensamento e ação: como temem que “pensar” algo ruim resulte na realização do pensamento, tendem a suprimir a raiva ou sua expressão para evitar “fatalidades”. Os limites entre mundo mental e real estariam comprometidos. Tal natureza bizarra do pensamento obsessivo teria dado ao TOC sempre um “status especial” entre os transtornos de ansiedade.

Julgamento crítico

A maioria dos pacientes apresenta a capacidade crítica preservada e envergonha-se de seus pensamentos e/ou comportamentos, procurando oculta-los. Muitos, enquanto conseguem, restringem seus rituais a alguns cômodos da casa ou a quando estão sozinhos. Assim, mesmo pessoas bem próximas podem desconhecer a existência do problema.

Trata-se, portanto, de uma doença em geral secreta, que pode levar anos até ser diagnosticada e tratada. Por isso, a importância de investigar diretamente na anamnese a ocorrência de obsessões e compulsões que, mesmo assim, podem só ser admitidas pelo paciente quando o vínculo terapêutico estiver fortalecido. Alguns só procuram ajuda em fases de piora (p. ex: mal estar x: incapacitação, medo de perder o autocontrole sobre os impulsos) ou por complicações, como depressão secundária.

Entre outro grupo de pessoas, totalizando 90, nenhum apresentava crítica excelente, havia comprometimento leve em 26%, moderado em 50%, grave em 14%; e total em 9%. Assim, possivelmente é mais adequada uma concepção dimensional de graus de crítica e não em categorias. De toda forma, mesmo não sendo tão simples, a questão egodistonicidade versus egossintonicidade, estaria no fato de que os Obsessivos lutam contra a “ideia” e os paranoicos lutam pela ideia, normalmente na existência obsessiva é a parte saudável que detém a identidade, vivenciando como absurdos os significados atribuídos pela parte doentia.

Critérios diagnósticos

Enquanto a CID-1019 categoriza o TOC junto aos “transtornos neuróticos, relacionados ao estresse e somatoformes”, mas separadamente dos transtornos ansiosos e fóbicos, o DSM-IV1 classifica-o entre os transtornos de ansiedade. Isto já aponta uma controvérsia quanto à importância da ansiedade nesse transtorno, considerado por alguns mais próximos aos transtornos de humor ou de pensamento.

Conclusões Sobre Compulsões em geral (diversas).

O TOC é um quadro em geral secreto, que apresenta uma fenomenologia rica e diversificada, com infinitas possibilidades de apresentação, o que pode dificultar sua identificação. Envolve sempre medos descabidos, dúvidas insolúveis e comportamentos repetidos na busca de um alívio sempre fugaz. O grau de crítica pode variar entre os pacientes e no mesmo indivíduo conforme a ocasião. Implica, em geral, grande sofrimento e costuma ser subdiagnosticado e subtratado.

Por fim, vale ressaltar que mesmo quando as apresentações clínicas são semelhantes; cada pessoa reage ao problema conforme o contexto sócio-familiar e suas características de personalidade, aspectos que devem ser sempre considerados no manejo de cada caso particular.

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O que é a compulsão por comida?

Anteriormente conhecido como binge, o transtorno do comer compulsivo vem sendo reconhecido, como uma síndrome caracterizada por episódios de ingestão exagerada e compulsiva de alimentos, porém, diferentemente da bulimia nervosa, essas pessoas não tentam evitar ganho de peso com os métodos compensatórios. Os episódios vêm acompanhados de uma sensação de falta de controle sobre o ato de comer, sentimentos de culpa e de vergonha.

Muitas pessoas com essa síndrome são obesas, apresentando uma história de variação de peso, pois a comida é usada para lidar com problemas psicológicos. O transtorno do comer compulsivo é encontrado em cerca de 2% da população em geral, mais frequentemente acometendo mulheres entre 20 e 30 anos de idade. Pesquisas demonstram que 30% das pessoas que procuram tratamento para obesidade ou para perda de peso são portadoras de transtorno do comer compulsivo.

O que se sente?

Episódios de ingestão exagerada de alimentos.

Comer mesmo sem ter fome.

Dietas frequentes.

Flutuação do peso.

Humor deprimido.

Comer em segredo por sentimento de vergonha e culpa.

Obesidade.

As complicações médicas estão relacionadas diretamente com o aumento da ingesta calórica e suas repercussões. As principais são:

Obesidade

Infarto

Pressão alta.

Aumento do colesterol.

Diabete.

Complicações cardíacas.

Problemas osteomusculares e articulares

Causas

As causas desse transtorno são desconhecidas. Em torno de 50% das pessoas têm uma história de depressão. Se a depressão é causa ou efeito do transtorno, ainda não está bem claro. Muitas pessoas relatam que a raiva, a tristeza, o tédio, a ansiedade e outros sentimentos negativos podem desencadear os episódios de comilança. Embora não esteja claro o papel das dietas nesses quadros, sabe-se que, em muitos casos, os regimes excessivamente restritivos podem piorar o transtorno.

Como se trata?

O transtorno do comer compulsivo desenvolve-se a partir da interação de diversos fatores predisponentes biológicos, familiares, socioculturais e individuais. O seu tratamento exige uma abordagem multidisciplinar que inclui um psiquiatra, um endocrinologista, uma nutricionista e um psicólogo. O objetivo do tratamento é o controle dos episódios de comer compulsivo através de técnicas cognitivo-comportamentais e de um acompanhamento nutricional para restabelecer um hábito alimentar mais saudável. A psicoterapia dinâmica ou a interpessoal podem ajudar o paciente a lidar com questões emocionais subjacentes. O acompanhamento clínico faz-se necessário pelos riscos clínicos da obesidade. As medicações antidepressivas têm se mostrado eficazes para diminuir os episódios de compulsão alimentar e os sintomas depressivos.

Agora nos escreva contando suas peculiaridades, o que você, inicialmente constata em você. O a leva a crer que tenha o que diz ter. Se possui qualquer sintoma, mencione-o dentro de um contexto:

– Em que momento normalmente aparecem

– Você tem consciência imediata ( no instante que ele aparece) do sintoma?

– Narre o máximo de episódio, narrando mesmo o que você ache irrelevante.

Informe-nos:

Peso:

Idade:

Pratica Exercícios Físicos?

Estado sentimental:

Qual sua atividade de trabalho? (o estudo é um trabalho)

Ao olhar para se e imaginar-se no trabalho, qual o primeiro pensamento que lhes vem a cabeça?

Você possui vida sexual:

(     ) Ativa Regular – Frequência mínima de 3 vezes por semana

(     ) Ativa com baixa frequência – (menor do que a citada acima)

(     ) Ativa Irregular – (esporádica) Até duas vezes por mês.

(     ) Parcialmente inativa – Mais de três meses sem relações sexuais.

(     ) Inativa- Sem relações sexuais.

Qual o percentual das relações sexuais em que atinge gozo ou orgasmo?

(     ) 0%

(     ) 20%

(     ) 50%

(     ) 100%

(     ) Quase Sempre

Escreva agora e complete com as informações que achar necessária.

revistadainternet@hotmail.com

 

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Sobre revistadainternet

Sou Rômulo Soares Albuquerque, nascido em 02 de Março de 1976, formado em Direito desde 1999, com inscrição da OAB-CE sob o número: 13.414 residente e domiciliado em Fortaleza-Ce. E-mail pessoal: romuloalbuquerque.adv@msn.com

Publicado em 11 de agosto de 2012, em bem-estar, emagrecimento, preconceito, remedios, saúde, TRATAMENTO e marcado como , , , , . Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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